Entre planejar rotas no mapa do Drifter e encarar tiroteios em primeira pessoa, Wild Bastards coloca você no comando de 13 fora da lei espaciais. É uma mistura de FPS tático com roguelike que alterna entre estratégia por turnos e ação frenética. Se você curtiu Void Bastards ou busca um jogo que exija tanto reflexo quanto pensamento, esse título merece atenção.
Depois de algumas horas, a repetição das missões e a perda de upgrades entre sistemas estelares começam a pesar. No PS5, a performance é sólida. carregamentos rápidos e controles responsivos. mas a fórmula exige paciência para aprender com cada morte. Neste review, conto como é jogar Wild Bastards na prática, o que funciona e onde ele tropeça.
Jogo analisado
O que observar antes de comprar
- Wild Bastards é um jogo single-player de gênero misto (FPS + estratégia + roguelike).
- No PS5, a versão digital é a principal disponível; não há mídia física confirmada.
- A campanha principal dura de 15 a 17 horas, com extras que podem chegar a 40h para completistas.
- O jogo oferece 5 níveis de dificuldade e um modo Ferro (Ironman) para desafio máximo.
- Não há cooperativo ou multiplayer; a experiência é solo.
1. Wild Bastards (PS5) – Tiro tático com elementos roguelike
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Wild Bastards começa com dois sobreviventes fugindo a bordo da nave senciente Drifter. No primeiro planeta, você desembarca em um cenário de oeste espacial. a luz do crepúsculo projeta sombras longas. A movimentação no mapa é em turnos: cada passo pode levar a loot, loja, evento ou inimigo. Enquanto avança, os filhos de Jebediah Chaste apertam o cerco, criando tensão. Nos tiroteios, o combate é rápido e exige cobertura, flanqueio e uso de habilidades. Esgueirar-se por uma cidade fantasma, ouvindo gritos inimigos, é um dos melhores momentos. As armas têm peso, e a alternância entre dois outlaws mantém o ritmo. A grande estrela são os 13 personagens: cada um com arma única, poder especial e árvore de habilidades própria. Smoky usa firebombs, o Judge uma bazuca, Hopalong laça inimigos. O sistema de relacionamentos (rivalidades e amizades) adiciona profundidade, mas às vezes parece aleatório. Após algumas horas, a repetição dos objetivos. quase sempre eliminar todos. desgasta. A perda de Mods ao trocar de sistema estelar força adaptação constante, enquanto os Ases (upgrades permanentes) dão senso de evolução. No PS5, a performance é boa: carregamentos rápidos, sem engasgos. A direção de arte oeste-espacial é marcante, com diálogos espirituosos e trilha imersiva.
Prós
- Mistura original de FPS tático com estratégia por turnos e roguelike
- 13 personagens únicos com armas, habilidades e relações que afetam o jogo
- Direção de arte oeste-espacial marcante e diálogos afiados
- Boa performance no PS5, com carregamentos rápidos e controles responsivos
Contras
- Missões e cenários se tornam repetitivos após algumas horas; objetivos variam pouco
- Perda de mods entre sistemas estelares pode frustrar jogadores que preferem progressão contínua
Estratégia por turnos encontra FPS: como funciona?
No mapa do setor, você move a nave entre planetas. uma escolha estratégica que define recursos e desafios. Dentro de cada planeta, a exploração vira um tabuleiro de turnos: você gasta pontos de movimento para avançar por nós com loot, lojas ou inimigos. Até que um confronto começa, e a visão muda para primeira pessoa.
Nesses tiroteios, cobrir-se, flanquear e usar habilidades únicas são essenciais. Uma das melhores sensações é entrar furtivamente em uma cidade fantasma, ouvindo gritos inimigos enquanto se prepara para emboscá-los. A transição entre planejamento e ação é suave, mas a repetição dos objetivos (quase sempre eliminar todos) desgasta a longo prazo.
Personagens e relacionamentos: o coração do jogo
São 13 fora da lei, cada um com personalidade e estilo de jogo distintos. Smoky usa firebombs, o Judge uma bazuca, Hopalong laça inimigos. Essa variedade garante rejogabilidade, mas o sistema de relacionamentos adiciona uma camada extra. Rivalidades impedem que dois personagens específicos sejam enviados juntos; amizades concedem bônus. Na prática, gerenciar o time é como um quebra-cabeça social.
O problema é que essas relações às vezes parecem aleatórias. um veto de última hora desmonta sua estratégia. Ainda assim, os diálogos e as histórias de cada outlaw fazem o elenco parecer vivo. Trocar de personagem no meio do tiroteio, sentindo a diferença de peso e velocidade de cada arma, é um acerto.
Vale a pena para quem? Repetição e progressão
Wild Bastards é feito para quem aceita o ciclo de tentativa e erro dos roguelikes. Morrer significa voltar ao início do setor, mas os Ases (upgrades permanentes) e o conhecimento acumulado dão evolução. A perda dos Mods entre sistemas pode soar punitiva, mas força adaptação.
Para jogadores que não se importam com missões repetitivas e buscam desafio tático, o jogo entrega. Quem vem de Void Bastards vai se sentir em casa. Se você prefere variedade constante ou narrativa profunda, Wild Bastards pode cansar antes da metade. O modo Desafio e a opção Ferro aumentam a longevidade para os mais hardcore, mas não resolvem a falta de novidades no loop.
Perguntas frequentes sobre review Wild Bastards PlayStation 5
Wild Bastards é um roguelike ou roguelite?
É um roguelike com elementos leves de progressão. A morte reseta o setor, mas os Ases (upgrades permanentes) e o conhecimento dos personagens avançam com você. A perda de mods temporários mantém o risco.
Quantas horas dura a campanha de Wild Bastards?
A campanha principal leva de 15 a 17 horas para ser concluída. Quem quiser fazer tudo (completista) pode passar de 35 horas, especialmente no modo Desafio e no Ferro.
Wild Bastards tem modo multiplayer ou cooperativo?
Não. O jogo é exclusivamente single-player. Toda a experiência é focada no gerenciamento solo dos personagens e nos tiroteios em primeira pessoa.
O PS5 roda Wild Bastards bem?
Sim. A versão de PS5 apresenta boa performance, com carregamentos rápidos e taxa de quadros estável. Não há relatos de bugs ou quedas significativas de frame rate.
Preciso ter jogado Void Bastards para aproveitar Wild Bastards?
Não. Embora seja um sucessor espiritual, Wild Bastards conta uma história independente e suas mecânicas são explicadas do zero. Fãs de Void Bastards vão reconhecer o estilo, mas novos jogadores não ficam perdidos.
