O primeiro pulo extra ao acertar um inimigo no ar já avisa: The Messenger não é só nostalgia. São oito bits, um ninja desajeitado carregando um pergaminho e a certeza de que o Sabotage Studio queria mais que uma homenagem. queria desafiar o gênero. A versão para PlayStation 5 chega com tudo que tornou o original especial: a transição gráfica de 8 para 16 bits, o humor corrosivo do lojista e o Cloud Stepping, mecânica que transforma cada encontro em coreografia.
Mas o jogo também carrega arestas. A mudança para metroidvania na segunda metade é uma faca de dois gumes. o ritmo desacelera, o backtracking aparece, e nem todo mundo topa o pacote. Para quem ama plataforma precisa, esta continua sendo uma das melhores experiências retrô modernas. O negócio é saber se você aceita os altos e baixos.
Jogo analisado
O que observar antes de comprar
- Curte plataforma 2D que exige precisão e reflexos? O jogo recompensa quem domina o Cloud Stepping. aquele pulo extra ao acertar um inimigo.
- Não se importa com uma mudança drástica de ritmo? A segunda metade troca fases lineares por exploração metroidvania, com backtracking e fetch quests.
- Busca uma campanha de 12 a 15 horas com conteúdo opcional? Aqui você encontra, incluindo o DLC Picnic Panic, que adiciona fases e um modo especial.
- Aprecia humor que quebra a quarta parede? O lojista é um dos NPCs mais carismáticos dos últimos anos. ele zoa você a cada interação.
1. The Messenger. PlayStation 5: Ação e plataforma retrô com DLC incluso
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Cada pulo, cada golpe de espada, cada shuriken lançada tem peso. The Messenger acerta na sensação de jogar: os controles são precisos, e o Cloud Stepping. um pulo extra ao acertar um inimigo ou objeto no ar. abre um leque de movimentos que faz cada fase parecer coreografia. A primeira metade é um deleite: fases lineares criativas, chefes que testam suas habilidades e upgrades que mantêm a novidade. Depois vem a virada. Quando o jogo troca os gráficos 8-bit por 16-bit, não é só estética. a estrutura vira um metroidvania. De repente, você revisita áreas antigas, busca caminhos ocultos com garras, capa e dardo com corda, e encara fetch quests que arrastam a experiência. A mudança é ousada, mas nem sempre acerta: o backtracking cansa, e alguns picos de dificuldade parecem mal calibrados. Mesmo quando o ritmo falha, a execução técnica segura o jogo. Controles precisos, transição gráfica deslumbrante, trilha sonora chiptune do Rainbowdragoneyes que gruda na cabeça. O sistema de morte com o Quarble. um demônio que revive você mas rouba suas moedas. é pouco punitivo: morre, respawna no checkpoint, tenta de novo. Isso encoraja arriscar em busca de medalhões escondidos. No PS5, a performance é sólida. Carregamento quase instantâneo, sem quedas de quadros. A versão inclui o DLC Picnic Panic, que adiciona fases e um modo especial que dobra sua vida e triplica o ataque. um extra bem-vindo. The Messenger é uma montanha-russa: começa em alta velocidade, desacelera no meio, mas termina com um sorriso, graças ao humor afiado e à sensação de domínio que a jogabilidade proporciona.
Prós
- Jogabilidade precisa e viciante, com o Cloud Stepping como destaque
- Transição gráfica de 8 para 16 bits linda e criativa
- Humor inteligente e personagens carismáticos (lojista, Quarble)
- DLC Picnic Panic incluso, adicionando conteúdo extra
- Performance sólida no PS5, com carregamento rápido
Contras
- Segunda metade arrasta com backtracking e fetch quests
- Alguns picos de dificuldade mal ajustados podem frustrar
Como The Messenger se comporta no PS5?
A versão de PlayStation 5 não reinventa a roda, mas oferece a melhor forma de jogar The Messenger até hoje. Upgrade gratuito para quem já tem o jogo no PS4, carregamento quase instantâneo entre telas. isso faz diferença quando você morre várias vezes em uma seção. O respawn é rápido, você volta à ação sem perder o ritmo. Os controles via DualSense são precisos, a vibração responde bem aos golpes e saltos. Para quem busca a experiência definitiva, o PS5 é a plataforma certa.
A segunda metade: o ponto mais polêmico
É impossível falar de The Messenger sem mencionar a transição de plataforma linear para metroidvania. A ideia de conectar fases em um mapa aberto com viagem no tempo é ambiciosa. A execução? Nem tanto. As missões de busca. aquelas que pedem para você ir de um lado a outro atrás de itens. interrompem o ritmo acelerado da primeira metade. O backtracking não é dos piores do gênero, mas cansa. Por outro lado, a exploração recompensa com medalhões escondidos e upgrades que mudam a forma de encarar o cenário. Se você topa desacelerar, a segunda metade ainda guarda momentos de brilho.
Para quem é (e para quem não é) esse jogo
The Messenger é uma carta de amor aos action platformers dos anos 80 e 90, especialmente Ninja Gaiden. Se você cresceu com esses jogos e sente falta de um desafio justo, com controles que obedecem aos dedos, essa é uma compra fácil. O humor é um bônus: o lojista zoa o jogador a cada interação, as referências pipocam sem parecer forçadas. Agora, se você detesta backtracking, prefere uma campanha enxuta, ou não tem paciência para mapas que se abrem aos poucos, a segunda metade pode tirar o brilho. Ainda assim, a primeira parte. umas boas 4 a 5 horas. é um dos melhores plataformas já feitos.
Perguntas frequentes sobre review The Messenger PlayStation 5
Qual a duração da campanha de The Messenger?
A campanha principal leva cerca de 12 a 15 horas. Para quem quer fazer 100%, incluindo colecionáveis e o DLC Picnic Panic, pode chegar a 16 horas ou mais.
The Messenger tem modo multiplayer?
Não. A experiência é exclusivamente single-player, focada na jornada do ninja e em sua interação com o mundo e personagens.
Preciso jogar algo antes de The Messenger?
Não. Embora haja referências a Ninja Gaiden e outros clássicos, a história é autossuficiente. A prequela Sea of Stars foi lançada depois, mas não é necessário para aproveitar.
O DLC Picnic Panic está incluso na versão PS5?
Sim. A versão para PlayStation 5 já vem com o DLC Picnic Panic incluso, adicionando novas fases, chefes e um modo especial após zerar o jogo.
Vale a pena para quem já jogou no PS4?
Se você já zerou no PS4, o upgrade gratuito e a performance melhorada no PS5 podem justificar uma nova jogada, especialmente se quiser experimentar o New Game+.
