Você já sentiu o cheiro de pólvora misturado com exoesqueleto de inseto? Starship Troopers: Extermination tenta te colocar dentro do filme de 1997, e nos primeiros segundos, consegue. O dropship treme, as portas se abrem, e o que você vê é um horizonte tomado por Drones. A missão? Sobreviver, construir, atirar.
O sistema de Carnificina é o destaque: corpos de bugs se acumulam, criando montes que podem ser escalados ou bloquear passagens. Você vai ver um esquadrão inteiro usando explosivos para limpar uma pilha de Warriors enquanto um Engenheiro corre para levantar muralhas. É tático, é caótico, é Starship Troopers.
Agora, a campanha solo? 25 missões que parecem um tutorial mal disfarçado. A IA dos companheiros patina, e a repetição de objetivos cansa em menos de duas horas. No multiplayer, a diversão vem. mas com um preço: quedas de frame rate no PS5, pop-in de texturas e lag em servidores longe do Brasil. O loop de construir e defender segura a onda por umas 10 horas, depois começa a cansar.
Jogo analisado
O que observar antes de comprar
- Antes de comprar, pense: você tem um time? O jogo foi feito para cooperativo, e jogar sozinho é frustrante.
- A performance no PS5 ainda é instável. Se queda de FPS te tira do sério, espere por patches ou jogue no PC.
- Se você é fã da franquia e quer matar a saudade dos filmes, a atmosfera está lá. Só não espere polimento técnico.
- Para quem curte hordas e construção de base, o multiplayer entrega momentos épicos. mas em sessões curtas.
1. Starship Troopers: Extermination para PlayStation 5: cooperativo nostálgico com falhas técnicas
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O dropship desce, e você já está no meio do fogo cruzado. Starship Troopers: Extermination acerta na proposta: 16 jogadores contra hordas de insetos, construindo barricadas e torres enquanto o terreno muda com os corpos dos bugs. O sistema de Carnificina é genial. um monte de Warriors mortos pode virar rampa ou obstáculo, e a equipe precisa se adaptar. As seis classes (Sniper, Demolisher, Guardian, Engineer, Medic, Ranger) dão profundidade, e em partidas de 15 a 30 minutos, a tensão é real. Mas o caos tem um custo. No PS5, o framerate despenca quando dezenas de bugs explodem na tela. O pop-in de texturas quebra a imersão, e a falta de servidores sul-americanos causa lag. você toma tiro de um Warrior que já devia estar morto. A campanha solo é um tiro n’água: 25 missões repetitivas, IA bugada e história que não prende. O multiplayer segura por horas, mas o loop de construir e defender cansa mais cedo do que devia. Ainda assim, momentos como a extração desesperada com tickets acabando, o Engenheiro erguendo uma torre enquanto um Tiger Elite avança, ou o Sniper abrindo caminho do alto de uma montanha de corpos. esses momentos grudam. Não é um jogo polido, mas para fãs de Starship Troopers que querem cooperativo em larga escala, a nostalgia compensa os defeitos.
Prós
- Cooperativo de 16 jogadores com batalhas épicas contra centenas de bugs
- Sistema de Carnificina: corpos persistentes que viram obstáculo ou plataforma
- Classes variadas com funções táticas bem distintas
- Atmosfera fiel ao filme, com direito a dublagem em português e voz do General Rico
Contras
- Quedas de FPS e pop-in de texturas no PS5 em momentos de muita ação
- Campanha solo fraca, curta (2-3 horas) e com IA problemática
Campanha solo: tutorial de 2 horas
Você quer saber da campanha solo? 25 missões que mais parecem um tutorial alongado. A história é fraca, a IA dos seus companheiros patina. eles ficam parados enquanto você é cercado, e os objetivos se repetem: vá do ponto A ao B, mate tudo, proteja o alvo. Casper Van Dien aparece como General Rico, mas a nostalgia dura pouco. Em 2 a 3 horas, você já viu tudo.
O foco real é o multiplayer. As missões solo servem para aprender as mecânicas, mas a diversão está nos modos cooperativos com outros jogadores. A progressão por classe (armas, perks, equipamentos) recompensa o trabalho em equipe, não o esforço solo.
Performance no PS5: o ponto fraco
Nos momentos de maior caos. quando 15 Warriors invadem a base e o Demolisher solta uma granada. o frame rate despenca. O pop-in de texturas é visível: paredes e inimigos aparecem do nada. E o lag? Sem servidores no Brasil, o ping alto causa rubber-banding e inimigos que teletransportam. A Offworld Industries lançou patches, mas ainda não resolveu.
Se você tem uma TV com VRR, melhora um pouco, mas não espere milagre. Em partidas mais calmas, roda aceitável. É o tipo de jogo que a ambição superou a otimização. Se performance for prioridade, talvez espere mais algumas atualizações.
Perguntas frequentes sobre review Starship Troopers: Extermination PlayStation 5
Starship Troopers: Extermination tem campanha solo?
Sim, uma campanha solo com 25 missões e narração de Casper Van Dien, mas ela é curta (2-3 horas) e bastante repetitiva. O foco principal do jogo é o cooperativo multiplayer.
Quantos jogadores suporta no online?
Até 16 jogadores em partidas PvE, divididos em esquadrões de quatro. A comunicação e o trabalho em equipe são essenciais.
O jogo roda bem no PS5?
Não roda perfeitamente. Quedas de frame rate em momentos intensos, pop-in de texturas e lag em servidores distantes. Patches melhoraram, mas ainda é instável.
Vale a pena para quem joga sozinho?
Dificilmente. A campanha solo é fraca e o multiplayer exige outros jogadores. Se você não tem amigos para jogar ou não curte cooperativo online, melhor evitar.
