Arremessar um bandido contra uma vitrine e vê-la estilhaçar em itens é o cartão de visitas de Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers. A franquia cult dos anos 90, conhecida como Rival Turf! e Brawl Brothers, volta com um combate que surpreende. Mas será que honra o legado ou tropeça na nostalgia?
É um tapa na cara, no bom e no mau sentido. O combate é absurdamente bom, com cancelamentos e combos aéreos que recompensam prática. Mas há arestas: gráficos que parecem de outro orçamento, uma história que insiste em interromper, e a ausência de cooperativo online.
Se o seu objetivo é um soco na cara bem dado, Rushing Beat X entrega. Se você espera um pacote polido como Streets of Rage 4, melhor ajustar as expectativas. Vamos aos detalhes.
Jogo analisado
O que observar antes de comprar
- Combate: prioriza profundidade com auto combos para iniciantes e cancelamentos para veteranos. Teste o sistema de rage e o inventário de itens antes de decidir.
- Conteúdo: campanha principal de cerca de 3 horas, com Boss Rush e Versus (via atualização). Sem cooperativo online, apenas local.
- Visual: estilo cell-shaded com cenários inconsistentes. Se gráficos polidos são essenciais, o jogo pode decepcionar.
- Público: ideal para fãs de beat 'em up que jogam com um amigo no sofá e valorizam mecânicas acima de produção.
1. Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers. PlayStation 5: Combate refinado, pacote modesto
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Jogar um bandido pela vitrine e vê-lo estilhaçar em itens é só um gostinho. Rushing Beat X acerta no combate: cada golpe tem peso, combos fluem naturalmente e os cancelamentos criam sequências de respeito. O rage gauge e o Beat Rush são a válvula de escape quando a multidão aperta. Personagens bem diferenciados. de Rick com MMA a Kazan com ninjutsu. incentivam rejogadas. Mas o resto decepciona. A campanha leva umas 3 horas, e a repetição de chefes. enfrentar o mesmo cara três vezes. cansa. A hit detection no chefe final é problemática. O visual cell-shaded tem personalidade, mas cenários esparsos e animações questionáveis revelam orçamento apertado. As cutscenes longas e a localização meia-boca atrapalham; o Free Play mode corta tudo. O modo Versus gratuito, com seis arenas e armadilhas, é bem-vindo, mas a falta de online é uma facada. Se você tem um amigo no sofá e quer combate genuíno, é um achado. Caso contrário, o pacote é enxuto.
Prós
- Combate profundo, fluido e recompensador, com excelente sistema de combos e cancelamento.
- Personagens bem diferenciados, cada um com seu estilo e final próprio.
- Sistema de inventário de armas e comidas adiciona camada estratégica ao gênero.
- Modo Versus gratuito com arenas criativas e armadilhas.
Contras
- Campanha curta (cerca de 3 horas) e conteúdo base limitado, sem modo sobrevivência ou extras robustos.
- Visuais inconsistentes: bons em alguns momentos, mas datados e com cenários esparsos.
O combate que rouba a cena
Aperte um botão e veja o auto combo funcionar. Rushing Beat X parece simples, mas nos detalhes mostra garras. Segurar o ataque ativa sequências automáticas para iniciantes. Quem busca técnica pode cancelar com dash ou pulo, usar launcher e back attack para combos aéreos, e ativar o Beat Rush com o rage gauge para finalizar multidões. Arremessar inimigos contra o cenário destrói objetos e solta itens, uma mecânica que incentiva o caos.
Rick Norton equilibrado, Douglas Bild wrestler, Kazan ninjutsu: cada um dos seis personagens iniciais (mais um secreto) tem estilo único, fazendo cada replay ser diferente. O inventário de cinco slots guarda armas (espadas, metralhadoras, granadas) e comidas que podem ser combinadas no food truck Tuff E Nuff. Juntar três itens iguais garante cura total e efeitos especiais. um incentivo para explorar cada cenário.
O combate brilha em tela cheia, recompensa posicionamento e domínio dos cancelamentos. É fácil começar, difícil largar. Destaca-se entre os brawlers atuais.
Pontos de atenção
Jogar sozinho? A campanha de 3 horas acaba rápido. Sem online, a diversão depende de um amigo no sofá. Chefes repetitivos (enfrentar o mesmo cara três ou quatro vezes) cansam. A hit detection no chefe final frustra.
O visual cell-shaded tem charme, mas cenários inconsistentes: fases legais alternam com vazias. Animações básicas, vozes repetitivas. A história tenta ser cômica, mas cutscenes interrompem; o Free Play mode corta tudo e deixa a ação fluir.
O modo Versus gratuito, com seis arenas e armadilhas, é um acréscimo bem-vindo, mas não compensa a falta de modo sobrevivência. Para fãs com parceiro de sofá, é prato cheio. Caso contrário, o pacote é magro.
Perguntas frequentes sobre review Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers PlayStation 5
Rushing Beat X tem modo cooperativo online?
Não. O cooperativo é apenas local para dois jogadores, sem suporte online.
Quanto tempo dura a campanha?
Cerca de 3 horas, com continues infinitos. Rejogar com outros personagens e explorar caminhos opcionais pode estender um pouco.
O jogo tem modos extras?
Sim. Além do modo História, há Free Play (sem cutscenes), Boss Rush (desbloqueável) e um modo Versus local adicionado em atualização gratuita.
Vale a pena para quem não é fã de beat 'em up?
Provavelmente não. O combate é excelente, mas o conteúdo enxuto e a falta de online podem não justificar a aquisição.
