Review Let’s Build a Zoo no PS5: criatividade, híbridos e um zoológico que testa sua paciência

No laboratório de splicing, você combina girafa com elefante e vê o Giraffephant pastar. Decide entre devolver um cachorro perdido ou vendê-lo no mercado negro. Monta o esqueleto de um T-Rex depois de escavar fósseis. Let's Build a Zoo é feito desses momentos absurdos e encantadores. mas também de frustrações quando o jogo não explica o básico.

Desenvolvido pelo estúdio indie Springloaded, de Singapura, o jogo chegou ao PS5 em setembro de 2022 com a DLC Ilha dos Dinossauros embutida. São mais de 500 espécies e centenas de milhares de híbridos possíveis através do splicing de DNA. A pixel art é charmosa, mas por trás dela existe uma profundidade que surpreende. e uma repetição que cansa lá pela metade.

O jogo oferece dezenas de horas de conteúdo, com altos e baixos. Desde a empolgação dos primeiros híbridos até o tédio de esperar a reprodução lenta de um animal raro. A diversão é real, mas exige jogo de cintura para superar as falhas de design.

Jogo analisado

O que observar antes de comprar

  • Prepare-se para aprender na marra: o tutorial é enxuto e a árvore de pesquisa não explica o que cada item desbloqueia. A tentativa e erro vai ser sua maior aliada.
  • O jogo brilha para quem ama gerenciamento relaxante, tipo Zoo Tycoon ou Stardew Valley. Se você busca ação rápida ou narrativa profunda, melhor procurar outro título.
  • Conteúdo não falta: mais de 300 mil combinações de híbridos, sistema de moralidade que altera o rumo do zoológico e uma DLC de dinossauros inclusa. Dezenas de horas de exploração garantidas.
  • A paciência é testada no meio e fim de jogo. A reprodução lenta de animais e missões que não acompanham o ritmo podem transformar a diversão em grind. Esteja preparado para momentos de espera.
  • Os controles no PS5 funcionam, mas têm pequenas irritações: pausar o jogo exige três apertos no mesmo botão, e o cursor some da tela sem motivo. Nada grave, mas perceptível.

1. Review Let's Build a Zoo para PlayStation 5: gerenciamento e criatividade com alguns tropeços

Criar um Giraffephant no laboratório e vê-lo pastar ao lado de um PandOwl nunca envelhece. Let's Build a Zoo é um playground genético onde a criatividade reina: são 300 mil combinações de híbridos, um sistema de moralidade que realmente afeta o jogo e uma DLC de dinossauros inclusa que adiciona escavação de fósseis e montagem de esqueletos. A pixel art é um charme e o desempenho no PS5 é impecável. Mas o jogo não te dá o mapa da mina. O tutorial é mínimo; a árvore de pesquisa é confusa a ponto de você desbloquear um incinerador quando queria um centro de reciclagem. A trilha sonora, mesmo com 38 faixas, se repete até o tédio. E os controles no PS5 têm momentos de frustração. o cursor que some, a pausa que exige três apertos. Ainda assim, para quem ama criar, personalizar e tomar decisões moralmente duvidosas, o jogo entrega horas de diversão. Não espere realismo; espere um zoológico bizarro onde você é geneticista, gerente e, ocasionalmente, vilão.

Prós

  • Sistema de splicing de DNA com centenas de milhares de combinações de híbridos
  • DLC Ilha dos Dinossauros inclusa, com 51 dinossauros para escavar e montar
  • Pixel art charmoso e nostálgico, com bom desempenho no PS5

Contras

  • O tutorial é insuficiente e te obriga a descobrir as mecânicas na tentativa e erro, especialmente na árvore de pesquisa
  • Trilha sonora repetitiva: mesmo com 38 faixas, a monotonia aparece depois de algumas horas

DNA, moralidade e o caos do zoológico

O sistema de splicing é o coração do jogo. Misture qualquer par de espécies e veja o resultado pastar no recinto. Cada híbrido tem necessidades únicas e pode atrair mais visitantes. A moralidade entra em cena quando você decide se devolve um animal perdido ou o vende no mercado negro. As consequências são reais: lixeiras abrem caminho para edifícios diferentes, e o final do zoológico muda conforme suas escolhas. Tudo isso sem tutorial. você descobre na prática.

Mas a árvore de pesquisa é um labirinto. Desbloquear um item errado significa horas de espera para conseguir o que queria. A reprodução lenta nos estágios avançados quebra o ritmo, e você acaba deixando o jogo em velocidade máxima enquanto nada acontece. É um ritmo que pode quebrar o encanto para quem não tem paciência.

Desempenho e adaptação ao console

No PS5, Let's Build a Zoo roda de forma exemplar. Os 614 MB de instalação carregam rápido, e o pixel art fica nítido na tela, sem quedas de quadros ou bugs visuais. Os controles foram adaptados do PC, mas com algumas arestas: pausar o jogo exige três apertos no mesmo botão, e o cursor do mouse virtual parece ter vida própria. some e reaparece sem aviso. Nada que impeça a diversão, mas detalhes que mostram que o jogo veio do teclado e mouse. Felizmente, a DLC de dinossauros está integrada direto no menu, sem complicação.

O jogo é single-player puro. Não há cooperativo nem multiplayer, o que é uma pena. gerenciar o zoológico com um amigo teria sido ainda mais caótico. Para quem busca platinar, prepare-se para mais de 50 horas de grind, com troféus que exigem explorar cada canto do sistema de moralidade e criar dezenas de híbridos específicos.

Perguntas frequentes sobre review Let's Build a Zoo PlayStation 5

Let's Build a Zoo tem modo cooperativo?

Não, o jogo é exclusivamente single-player. Não há suporte para multijogador local ou online.

O jogo tem suporte a português brasileiro?

Não há legendas em português confirmadas oficialmente. O jogo oferece legendas em inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, japonês e chinês.

Quanto tempo dura a campanha?

A história principal leva cerca de 39 horas. Se quiser fazer tudo, incluindo a DLC e platinar, pode passar de 56 horas.

A DLC Ilha dos Dinossauros está incluída na versão de PS5?

Sim, a versão de console já vem com a DLC inclusa, sem custo adicional. Você pode escavar fósseis e montar esqueletos de 51 dinossauros.

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Rodrigo Santos

Sobrevivente da era da internet discada, treinado na arte de assoprar cartuchos. Hoje, meu esporte favorito é debater por horas se o jogo de tabuleiro adapta bem o filme ou se o remaster estragou o clássico. Do analógico ao digital, traduzo minhas madrugadas de jogatina e muita cafeína em análises diretas e sem enrolação.

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