Logo no primeiro minuto, você está flutuando entre cubos quebrados, um Restaurador sem memória em um mundo fragmentado. Seu primeiro puzzle: combinar blocos azuis para limpar a desolação. Funciona, mas a sensação de déjà vu chega rápido. KAMiBAKO tenta ser puzzle, RPG de combate por turnos e simulador de construção de cidades ao mesmo tempo. Desenvolvido pela Gravity Game Arise e publicado pela GRAVITY, o título chegou ao Ocidente em janeiro de 2025 para PS5, PS4, Switch e PC. É ambicioso, diferente e um pouco bagunçado, mas tem um charme que pode atrair quem busca algo fora da curva.
Seu papel: reparar terras fragmentadas após a Grande Separação. Isso significa resolver puzzles de combinação de cores, construir vilas, plantar, coletar recursos e enfrentar monstros em batalhas onde seus aliados atacam sozinhos; você só gerencia a mana e as habilidades especiais. A demo disponível é uma boa oportunidade. teste antes de se jogar.
Jogo analisado
O que observar antes de comprar
- O coração do jogo são puzzles de combinação de blocos coloridos (estilo SameGame/Bejeweled). Se você não curte repetição, pode cansar rápido.
- Construir cidades é o ponto alto, mas o tutorial é básico: prepare-se para aprender na tentativa e erro.
- Combate automático: você não controla golpes, só gerencia mana e troca armas. Ideal para quem prefere estratégia indireta.
- Uma demo está disponível para download no PS5. aproveite para sentir o ritmo antes de comprar.
- O jogo é single player, sem modo cooperativo ou multiplayer.
1. KAMiBAKO: Mythology of Cube. Puzzle, RPG e Simulação para PlayStation 5
Fonte: Amazon.com.brKAMiBAKO: Mythology of Cube – PlayStation 5
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KAMiBAKO tenta abraçar três gêneros de uma vez, e na maior parte do tempo consegue manter o equilíbrio. O ciclo principal começa nos puzzles: você se depara com um tabuleiro de blocos coloridos, similar a um SameGame ou Bejeweled, e precisa combiná-los para limpar a fragmentação do terreno. Cada bloco removido gera mana de uma cor específica, que alimenta as habilidades especiais dos seus aliados. O problema? Depois de algumas horas, os tabuleiros parecem a mesma coisa repetida: pouca variação, mesmas cores, mesma falta de surpresa. A variedade de objetivos é baixa, e a sensação de déjà vu aparece mais cedo do que gostaríamos. Fora dos puzzles, o combate acontece em tempo real, mas sem a sua intervenção direta: os companheiros atacam automaticamente. Seu papel é gerenciar a mana que surge dos cubos (você escolhe qual cor absorver a cada turno) e decidir quando usar habilidades especiais ou trocar armas. É um sistema que divide: quem prefere controle total sobre cada golpe pode achar frustrante; quem gosta de uma abordagem mais tática e indireta vai se sentir confortável. A IA dos aliados é decente, mas não espere milagres. A construção de cidades é, de longe, a parte mais criativa do pacote. Depois de restaurar uma área, você pode construir fazendas, edifícios e até nomear vilas. O comércio entre localidades depende da posição geográfica e das estruturas que você erguer, um sistema inteligente que recompensa o planejamento. Pena que o tutorial seja tão básico: muitas mecânicas de gerenciamento ficam confusas, e você vai precisar de tentativa e erro para entender como funciona a cadeia de produção. Mas quando o sistema clica, ver a vila crescer é gratificante. Visualmente, o jogo adota um estilo cel-shaded funcional, mas sem muito destaque. Os cenários são compostos por grades quadriculadas que se repetem demais, e a trilha sonora genérica não ajuda a criar atmosfera. A performance no PS5 parece estável, sem engasgos, e a demo disponível é uma ótima forma de sentir o jogo antes de comprar. No fim, KAMiBAKO é um jogo para quem valoriza originalidade acima do polimento. Se você gosta de misturar quebra-cabeças com gestão de recursos e não se importa com uma apresentação modesta, há diversão aqui. Mas se exige narrativa envolvente, puzzles desafiadores ou ação direta, melhor passar longe. A demo é sua melhor aliada para decidir.
Prós
- Combinação única de gêneros (puzzle, RPG, simulação)
- Sistema de construção de cidades inteligente, com comércio baseado em localização
- Muita longevidade: cerca de 150 horas para completar tudo
- Demo disponível para testar antes da compra
Contras
- Puzzles repetitivos e com pouca variação
- Mecânicas mal explicadas, especialmente o sistema de equipamentos e gerenciamento
Como funciona a jogabilidade? Puzzle, combate e construção
O coração de KAMiBAKO são os puzzles de combinação de cores. Você move blocos adjacentes da mesma cor para eliminá-los, liberando mana que alimenta as habilidades dos seus aliados. Parece simples, e é, mas a repetição é o maior problema aqui. Depois de algumas horas, os tabuleiros parecem iguais, e a falta de novos elementos ou objetivos nos puzzles cansa. O combate automático tem seu charme: você não precisa se preocupar com cada golpe, apenas em gerenciar a mana colorida (coletada nos puzzles) para ativar especiais ou trocar armas. É uma troca justa para quem prefere pensar na estratégia macro. A construção de cidades, apesar de mal explicada, é a parte mais recompensadora: planejar onde colocar fazendas e como conectar vilas gera uma sensação de progressão real.
Construção de cidades: o ponto alto (e mais confuso)
Depois de restaurar um terreno, você pode construir livremente: fazendas, casas, lojas, e até nomear a vila. O comércio entre assentamentos depende da distância e do tipo de estrutura, um sistema que lembra jogos de estratégia leves. O problema é que o jogo não explica quase nada. Você descobre na marra que certos edifícios precisam de recursos específicos, que a localização afeta a renda, e que nomear uma vila é puramente estético, mas divertido. Quando o sistema clica, é gratificante ver o pedaço de terra crescer. Mas a falta de tutoriais claros pode afastar quem não tem paciência para experimentar.
Visual, som e desempenho no PS5
KAMiBAKO não impressiona nos gráficos. O estilo cel-shaded é bonito, mas os cenários são basicamente grades quadriculadas que se repetem sem criatividade. A cidade até quebra a monotonia, mas o mundo aberto é visualmente pobre. A trilha sonora é outro ponto fraco: genérica e facilmente esquecível. O PS5 segura o jogo sem quedas de quadro perceptíveis, e os tempos de carregamento são rápidos. A demo disponível é uma cortesia bem-vinda; você pode sentir o jogo por conta própria antes de decidir se a repetição visual e sonora te incomoda.
Perguntas frequentes sobre review KAMiBAKO: Mythology of Cube PlayStation 5
KAMiBAKO: Mythology of Cube tem modo cooperativo?
Não. Apesar de algumas descrições oficiais mencionarem 'cooperar com amigos', isso é narrativo. O jogo é exclusivamente single player, sem qualquer modo multiplayer ou co-op.
Precisa de conexão com a internet para jogar?
Não. O jogo é totalmente offline. A demo também pode ser baixada e jogada sem internet após o download.
Vale a pena para quem não gosta de puzzles?
Provavelmente não. Os puzzles são a base da progressão e do combate. Se você não curte combinação de blocos coloridos, a experiência vai ser frustrante. A construção de cidades pode até agradar, mas não sustenta sozinha.
Quanto tempo dura a campanha principal?
Completar a história leva em torno de 40 a 60 horas. Para quem busca 100% (construir todas as vilas, coletar tudo), as estimativas chegam a 150 horas. É um jogo longo, mas repetitivo.
Tem demo disponível?
Sim. Há uma demo disponível para download. Testar antes de comprar é a melhor forma de sentir o ritmo dos puzzles e do combate automático.
