Review Farming Simulator 25 no PS5: ainda reina no campo?

O sol dourado desce no horizonte enquanto o GPS do trator John Deere traça a linha reta. Do lado de fora, o vento anuncia mudança. em minutos, um tornado pode varrer o campo de espinafre. Farming Simulator 25 não veio para convencer céticos: veio dar para os fiéis exatamente o que pediram, e um pouco mais.

A GIANTS Software soltou a versão 2024 da franquia em novembro, e ela chega ao PS5 com três mapas novos, um punhado de culturas inéditas e um sistema climático que vai de névoa suave a tornados que reviram plantações. Quem já passou horas colhendo trigo nos títulos anteriores sabe o que esperar no loop central. A novidade está nos detalhes que tornam o dia a dia na fazenda mais cheio de detalhes, mais bonito e, ocasionalmente, mais frustrante.

O som do motor da colheitadeira se mistura ao mugido dos búfalos recém-chegados ao pasto. A enchente do campo de arroz reflete as nuvens, e você ajusta o nível da água para as mudas crescerem. Não é um jogo para todo mundo. Mas para quem encaixa no perfil, é difícil largar o volante.

Jogo analisado

O que observar antes de comprar

  • Antes de comprar, considere sua paciência com simulações pesadas. Farming Simulator 25 não segura a mão além do básico.
  • O preço de lançamento no PS5 foi salgado, mas a longevidade é imensa. Se você gosta de progressão lenta e automação, o investimento se paga.
  • Verifique se você tem amigos para o cooperativo. Sozinho o jogo funciona, mas com até seis pessoas a fazenda ganha outra vida.
  • Fique de olho no suporte a mods. O ModHub amplia ainda mais o conteúdo oficial, que já é generoso.

1. Farming Simulator 25 para PlayStation 5. simulação agrícola com novas culturas e clima extremo

Farming Simulator 25 chega ao PS5 com a proposta de sempre: pegar um pedaço de terra, plantar, colher, criar animais e expandir. A diferença está no cuidado com os novos elementos. O cultivo de arroz, por exemplo, não é enfeite: exige inundar os campos, controlar o nível da água e drenar na hora certa. o campo alagado brilha sob o sol, e cada ajuste na comporta faz diferença. A deformação do solo muda a sensação ao dirigir os tratores, com o barro reagindo ao peso e à velocidade. O clima, com tornados e granizo, força você a se adaptar e proteger o maquinário. O ciclo de plantar, colher e expandir é viciante. especialmente quando o clima entra em cena. Delegar tarefas para a IA (que melhorou, mas ainda faz rotas tortas) deixa você livre para admirar o pôr do sol enquanto o trabalho pesado é feito. O problema? O tutorial com o avô é fofo, mas insuficiente para processos como produção de silagem. Você vai passar tempo abrindo menus confusos e caçando tutoriais no YouTube. O mundo também parece vazio: a cidade tem NPCs robóticos e pouca interação, o que quebra a imersão. No PS5, o jogo roda a 60 fps na maior parte do tempo, mas fazendas grandes fazem o quadro engasgar. O pop-in de objetos ainda assombra. Ainda assim, os efeitos de luz, névoa e os tornados são bonitos de se ver. Para fãs da série, é um passo sólido. Para curiosos, é uma porta de entrada pesada, mas que pode render centenas de horas se a paixão pela vida no campo falar mais alto.

Prós

  • Mais de 400 máquinas licenciadas de marcas como John Deere e New Holland
  • Cultivo de arroz nativo com gestão de água realista (inundação e drenagem)
  • Clima extremo (tornados, granizo) adiciona desafio e variedade
  • Deformação do solo que afeta a dirigibilidade e a imersão
  • Cooperativo para até 6 jogadores no console, ideal para jogar com amigos

Contras

  • Curva de aprendizado ingrata para iniciantes; tutorial não cobre mecânicas avançadas
  • Menu de navegação confuso, mesmo após anos de franquia

Como Farming Simulator 25 funciona na prática

Você começa com um pedaço de terra, algumas máquinas básicas e a liberdade de escolher entre três mapas: o americano Riverbend Springs, o europeu Zielonka e o asiático Hutan Pantai. Cada um tem seu clima e desafios. O asiático, por exemplo, favorece o cultivo de arroz, que exige campos alagados e drenagem controlada. um mini-game por si só.

A rotina envolve preparar o solo, plantar, adubar, colher e vender. Mas o legal está nas conexões: você pode criar cadeias de produção, como transformar leite de búfala em mussarela, ou construir fábricas de cimento. Aos poucos, a fazenda vira um império. A direção GPS e os trabalhadores de IA (agora mais espertos, mas ainda capazes de fazer uma rota torta) ajudam a automatizar tarefas repetitivas.

O clima é o novo tempero. De repente, um tornado aparece no radar e você precisa correr para guardar as máquinas. O granizo pode danificar plantações. A névoa reduz a visibilidade. Tudo isso força um planejamento que o anterior não exigia.

Para quem Farming Simulator 25 não é indicado

Se você busca ação, ritmo acelerado ou uma história com personagens cativantes, passe longe. O jogo é essencialmente um gerenciador de fazenda com muita repetição. A falta de um tutorial decente para processos como produção de silagem ou venda direta pode fazer iniciantes desistirem nas primeiras horas. A navegação nos menus é uma barreira real.

Também não é o melhor jogo para quem se incomoda com mundos vazios. A cidade existe, mas os NPCs são manequins. A imersão depende mais da sua imaginação e do prazer em ver o trabalho render frutos do que de interações sociais roteirizadas.

Perguntas frequentes sobre review Farming Simulator 25 PlayStation 5

Farming Simulator 25 roda a 60 fps no PS5?

O jogo busca 60 fps, mas com quedas em fazendas muito carregadas e compromissos visuais como resolução dinâmica e pop-in de objetos. A experiência é fluida na maior parte do tempo, mas não espere performance impecável.

Preciso jogar os anteriores para entender Farming Simulator 25?

Não. Cada jogo é independente. Você começa do zero com um tutorial básico. Mas quem já jogou edições passadas vai sentir as melhorias na IA e nas novas mecânicas.

O jogo tem suporte a mods no PS5?

Sim, o ModHub oficial está disponível no console, com dezenas de mods que adicionam máquinas, mapas e ajustes. A comunidade é ativa.

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Rodrigo Santos

Sobrevivente da era da internet discada, treinado na arte de assoprar cartuchos. Hoje, meu esporte favorito é debater por horas se o jogo de tabuleiro adapta bem o filme ou se o remaster estragou o clássico. Do analógico ao digital, traduzo minhas madrugadas de jogatina e muita cafeína em análises diretas e sem enrolação.

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