Drunken Fist 2 no PS5: um porre de platina fácil e zumbis escorregando no xixi

Você acorda de ressaca, o mundo está infestado de zumbis, e a única arma confiável é sua bexiga cheia. Drunken Fist 2: Zombie Hangover entrega exatamente essa premissa absurda: um roqueiro cambaleante que soca, chuta e urina no chão para fazer os mortos-vivos escorregarem e se despedaçarem. A física ragdoll transforma cada encontro numa coreografia imprevisível de membros voando e corpos quicando nas paredes. É idiota, é grotesco, e funciona. pelo menos nos primeiros 20 minutos.

Lançado em 2022, o jogo chegou ao PS5 com resolução 4K e 60 quadros por segundo estáveis, cross-buy com a versão de PS4. Para quem busca platina dupla em menos de uma hora ou quer rir de situações absurdas numa tarde livre, ele cumpre o prometido. Mas será que a brincadeira sustenta o preço? Vou contar como é na prática, com todos os tombos e tropeços.

Jogo analisado

O que observar antes de comprar

  • Antes de comprar, pergunte-se: você se diverte com controles que erram de propósito? A graça aqui é o caos, não a precisão. Se um soco que passa longe do zumbi te irrita, pule fora.
  • Caçadores de troféus: a platina dupla (PS4 e PS5) sai em cerca de 40 minutos, dificuldade 2/10. Um dos caminhos mais rápidos que existem, sem grind ou segredos. Só spam de chute e xixi.
  • A versão digital ocupa só 575 MB e custa um valor justo. A edição física limitada, com 2.000 cópias e certificado de autenticidade, chega em agosto de 2025 para colecionadores.
  • São cinco níveis, todos com o mesmo objetivo: eliminar um número X de zumbis. Se a ideia de repetir a fórmula por uma hora soa bem, vá fundo. Se não, o tédio chega rápido.
  • Legendas em português do Brasil. Nada de barreira de idioma.

1. Drunken Fist 2: Zombie Hangover. Beat 'em up com física ragdoll e platina dupla para PS5

Você é um roqueiro bêbado. Acorda no meio de um apocalipse zumbi. Sua mira é terrível, seu equilíbrio é pior, mas você tem um trunfo: mijar no chão cria poças escorregadias que fazem os inimigos. e você. derraparem e se estatelarem. A física ragdoll é o motor da comédia: membros voam, corpos quicam em paredes, e um zumbi policial pode escorregar na urina e acertar a cabeça no meio-fio. É ridículo e funciona, pelo menos nos primeiros minutos. Logo a repetição aparece. Os controles são intencionalmente imprecisos. você anda torto, a câmera balança e o soco erra por centímetros. Chute é a salvação: um hit kill na maioria dos inimigos. Coletar cerveja (brilho verde) recupera vida; armas (brilho roxo) dão um respiro, mas são raras. Quando zumbis de AK-47 aparecem, a imprecisão vira frustração. A campanha dura uma hora, cinco níveis, sempre o mesmo objetivo: mate X zumbis. Sem chefes, sem variação. A platina é o grande atrativo: 23 troféus, listas separadas para PS4 e PS5, 45 minutos para duas platinas. O preço digital é justo. A edição física limitada é para colecionadores. Tecnicamente, o PS5 segura 4K nativos e 60 fps estáveis, sem quedas. A trilha thrash metal é genérica, o locutor repete frases que enjoam, mas o caos visual low-poly tem charme. Drunken Fist 2 é uma comédia pastelão que funciona melhor em doses homeopáticas. Se você quer dar um porre rápido de humor escatológico e platina fácil, vai fundo. Se busca profundidade ou refinamento, melhor passar reto.

Prós

  • Platina dupla extremamente rápida (30-45 minutos) e fácil (2/10).
  • Física ragdoll e humor escatológico funcionam bem para uma sessão curta.
  • Preço digital acessível e tamanho mínimo (575 MB).
  • Cross-buy PS4/PS5 com listas de troféus separadas.
  • Desempenho sólido no PS5: 4K e 60 fps sem quedas.

Contras

  • Repetitivo: os cinco níveis seguem a mesma fórmula sem variação.
  • Controles intencionalmente imprecisos podem frustrar após os primeiros minutos.

Gameplay e controles: a embriaguez como mecânica central

Andar já é uma prova de equilíbrio. O personagem cambaleia, os golpes saem com atraso, a câmera balança junto. Um soco erra o zumbi por pouco, e você cai de bunda no chão. Levanta, tenta um chute. acerta, e a cabeça do inimigo voa. O chute é a ferramenta mais confiável, um hit kill na maioria dos casos. A mecânica de urinar no chão cria poças escorregadias: zumbis derrapam e se estatelam, mas você também pode escorregar se pisar nelas. É um caos controlado que rende boas risadas nos primeiros níveis.

Quando zumbis armados com AK-47 aparecem, a imprecisão vira inimiga. Os comandos são simples: quadrado soco, X chute, círculo varredura, R1 urina. Sem combos complexos. A estratégia se resume a spam de chute e coleta de cerveja (vida) e armas (brilho roxo). Falta opção de inverter o eixo Y. A diversão está em aceitar o tropeço como parte da graça, mas depois de alguns minutos, a falta de refinamento pesa.

Conteúdo e duração: curto, direto e repetitivo

Cinco níveis. Em cada um, a tarefa é a mesma: eliminar um número específico de zumbis. O primeiro pede 8 mortes, o último 10, mas um deles exige 25. Nada de chefes, fases especiais ou objetivos variados. Os inimigos se repetem: policial, bombeiro, palhaço, zumbi de cachorro-quente. As armas aparecem sempre nos mesmos lugares. A progressão é linear, e o déjà vu chega rápido. Para quem busca entretenimento rápido e sem compromisso, uma hora passa voando. Mas se você espera camadas, prepare-se para a mesmice.

A platina é o grande destaque. 23 troféus, listas separadas para PS4 e PS5. Dá para conquistar duas platinas em menos de 45 minutos. As conquistas pedem coisas como derrotar X inimigos, coletar garrafas, fazer 20 zumbis escorregarem no xixi. Nada de grind. Para caçadores de troféus, é música. Para o resto, talvez pareça trabalho.

Performance e público ideal: para quem a brincadeira encaixa

Tecnicamente, a versão PS5 é sólida: 4K nativo, 60 fps estáveis, sem quedas. Os gráficos low-poly são simples, mas a animação ragdoll compensa com momentos imprevisíveis. um zumbi flutua, o personagem estica, tudo parte do charme intencional. A trilha thrash metal é genérica, o locutor repete frases que enjoam rápido, mas o conjunto agrada pelo tom despretensioso.

O público ideal é claro: caçadores de troféus que querem platina dupla barata e rápida, e jogadores que curtem humor escatológico e experiências curtas. Não para quem busca desafio refinado, história ou variedade. Se você topa passar uma tarde rindo de zumbis escorregando em poças de urina enquanto sobe o rank de troféus, Drunken Fist 2 entrega o recado. Senão, há opções melhores no gênero.

Perguntas frequentes sobre review Drunken Fist 2: Zombie Hangover PlayStation 5

Drunken Fist 2: Zombie Hangover tem suporte a português?

Sim. Legendas e menus em português do Brasil. Os diálogos e efeitos sonoros estão em inglês, mas não atrapalham.

Quanto tempo leva para platinar Drunken Fist 2 no PS5?

Cerca de 30 a 45 minutos com dificuldade 2/10. Como é cross-buy com PS4, você pode conquistar duas platinas separadas seguindo a mesma estratégia.

A edição física de Drunken Fist 2 vale a pena?

A edição física limitada chega em agosto de 2025, com apenas 2.000 cópias e certificado de autenticidade. Para colecionadores, é item raro. Para quem só quer jogar, a digital é mais barata e prática.

O jogo funciona bem no PS5?

Sim. Roda a 4K e 60 fps constantes, sem quedas ou bugs graves. A câmera balança e pode causar náusea em alguns jogadores, mas é uma escolha artística do desenvolvedor.

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Rodrigo Santos

Sobrevivente da era da internet discada, treinado na arte de assoprar cartuchos. Hoje, meu esporte favorito é debater por horas se o jogo de tabuleiro adapta bem o filme ou se o remaster estragou o clássico. Do analógico ao digital, traduzo minhas madrugadas de jogatina e muita cafeína em análises diretas e sem enrolação.

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