Conton City ainda pulsa. Oito anos após o lançamento, o hub recebe centenas de jogadores voando entre missões, e o saguão do Time Patrol nunca está vazio. Dragon Ball Xenoverse 2 ganhou upgrade gratuito para PlayStation 5 com promessa de 4K, 60 fps e carregamento quase instantâneo. A pergunta que fica: essa versão é apenas um polimento ou traz algo a mais?
Para quem nunca pisou em Conton City, o pacote é imenso. campanha, mais de 100 missões paralelas, customização profunda e comunidade ativa. Veteranos que já fizeram tudo no PS4 encontram melhor desempenho e o mesmo conteúdo de sempre. Este review separa o que funciona, o que irrita e para quem essa aventura faz sentido.
Jogo analisado
O que observar antes de comprar
- Crie seu guerreiro entre cinco raças (Saiyajin, Humano, Namekuseijin, Majin, Raça de Freeza), cada uma com transformações e atributos únicos. Enfrente a campanha principal, dezenas de missões paralelas, cooperativo online para até 6 jogadores e multiplayer local para 2. Se quiser todo o conteúdo, prefira as edições completas. as DLCs individuais são caras e somam mais de 40 personagens.
- Donos da versão de PS4 ganham upgrade gratuito com save transferido. O jogo tem legendas em português e áudio em inglês ou japonês (a dublagem inglesa sofre com problemas de sincronia; o japonês é mais seguro).
- O jogo permite criar um avatar customizável entre cinco raças, cada uma com habilidades únicas. Explore Conton City para encontrar mentores e desbloquear golpes especiais.
1. Dragon Ball Xenoverse 2 para PlayStation 5: ação, RPG e muito fanservice
Fonte: Amazon.com.brBANDAI NAMCO Entertainment Dragon Ball Xenoverse 2 Ps5
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Dragon Ball Xenoverse 2 é um festival de conteúdo. A campanha principal rende cerca de 19 horas, mas o jogo não para: são mais de 100 missões paralelas, dezenas de personagens jogáveis (com DLCs o total passa de 80), um hub para até 300 jogadores online e customização quase infinita do avatar. Reviver e alterar momentos clássicos de Dragon Ball Z com seu próprio guerreiro é algo que poucos jogos entregam. O combate ficou mais fluido que no primeiro Xenoverse. Golpes especiais são mais úteis, combos encaixam melhor e desbloquear o Super Saiyajin pela primeira vez, com animação e aumento de dano, é recompensador. Em raids, quando você e aliados soltam golpes especiais ao mesmo tempo, a tela vira um festival de luzes, caótico mas divertido. No entanto, a diversão esbarra em problemas crônicos: a câmera, que em espaços fechados ou com muitos inimigos desorienta, e a IA dos aliados, que morre em segundos e causa dano irrelevante. Em missões longas, a repetição cansa. No PS5, o jogo roda a 4K e 60 fps estáveis. O carregamento é quase instantâneo: de Conton City a uma missão em segundos. O alto-falante do DualSense reproduz falas dos personagens, um detalhe que agrada. As melhorias gráficas são sutis: o estilo cel-shaded envelheceu bem, mas os cenários ainda parecem vazios perto de lançamentos mais recentes. Para novatos, Xenoverse 2 é recomendação fácil. São centenas de horas de conteúdo, comunidade ativa e upgrade gratuito justo. Veteranos que já fizeram tudo no PS4 encontram carregamento mais rápido e a campanha Future Saga (DLC paga) como principais novidades. O jogo base justifica o investimento para fãs obstinados, mas quem busca um jogo de luta refinado ou uma história original e coesa vai encontrar repetição e frustração.
Prós
- Quantidade massiva de conteúdo: campanha longa, dezenas de missões paralelas, centenas de itens de customização
- Upgrade gratuito para PS5 com 4K, 60fps e carregamento quase instantâneo
- Combate mais fluido que o predecessor, com combos e golpes especiais mais úteis
- Suporte pós-lançamento por anos, com DLCs que expandem a história até Dragon Ball Super
- Comunidade online ainda ativa, facilitando partidas e raids
Contras
- IA dos aliados fraca: morrem rápido e causam dano insignificante
- Câmera problemática em combates fechados ou com muitos inimigos
Combate e diversão na ponta dos dedos
Desbloquear o Super Saiyajin pela primeira vez é um soco no coração de qualquer fã. A animação, o brilho dourado, o aumento de dano, o jogo entrega esse momento com pompa. Mas a diversão tem preço: a câmera, rebelde em espaços apertados, e os aliados controlados por IA servem mais de estorvo do que ajuda. Em raids contra chefes gigantes, seu parceiro morre em segundos, e você se vê sozinho recomeçando.
Contra múltiplos inimigos, o caos é inevitável. Golpes explodem, a tela treme, e você mal vê seu personagem. O jogo abraça essa bagunça, especialmente no multiplayer, onde as falhas viram risadas. Mas, sozinho, a repetição cansa: missões longas testam sua paciência. Com amigos, o combate caótico vira diversão genuína, cada um com seu personagem customizado combinando ataques.
A montanha de conteúdo que não acaba
A primeira Parallel Quest é uma explosão de possibilidades: você e seu time enfrentam um exército de vilões de eras diferentes, como Cell, Freeza e Majin Boo, tudo ao mesmo tempo. São mais de cem missões assim, todas jogáveis solo ou online, cada uma desbloqueando habilidades, roupas e itens. O sistema de mentores é outro destaque: aprender o Kamehameha com Goku ou a Death Ball com Freeza dá um gosto especial.
Conton City é um parque de diversões para quem ama Dragon Ball. Você voa entre lojas, procura mentores escondidos, encontra outros jogadores treinando. Para quem gosta de colecionar e criar histórias próprias, o jogo entrega centenas de horas sem esforço. As DLCs adicionam arcos de Dragon Ball Super e filmes, mas são caras. O jogo base já oferece um pacote robusto, e a comunidade segue organizando raids.
PS5: upgrade que entrega o básico com estilo
Apertar o botão e ver a tela de carregamento sumir em segundos é a primeira diferença que você nota. O PS5 coloca Xenoverse 2 em 4K nativo e 60 fps estáveis, sem opções de modo qualidade ou desempenho, mas o resultado é liso. O DualSense vibra e emite falas pelo alto-falante, um toque legal que não transforma a experiência. As texturas e a iluminação ganharam polimento, mas ainda estão longe do que um jogo feito para a geração atual entregaria.
Se você já tem o jogo no PS4, a atualização não custa nada e o save é transferido. Para novos jogadores, a versão de PS5 é a melhor forma de experimentar o jogo, mesmo que as mudanças sejam discretas. O carregamento rápido e o desempenho consistente tornam a exploração de Conton City muito mais fluida. No fim, o upgrade cumpre o prometido: roda melhor, carrega mais rápido e mantém todo o conteúdo. Não espere uma remasterização caprichada, mas sim uma versão limpa e estável de um jogo que já provou seu valor.
Perguntas frequentes sobre review Dragon Ball Xenoverse 2 PlayStation 5
O jogo roda em 4K e 60fps no PS5?
Sim. A versão de PS5 entrega 4K nativo e 60 quadros por segundo estáveis, sem modo qualidade/desempenho alternativo. O carregamento é quase instantâneo.
Precisa ter jogado o primeiro Xenoverse?
Não. A história começa depois do primeiro jogo, mas você consegue acompanhar sem problemas. Se jogou o anterior, pode importar o save para transformar seu antigo avatar em um NPC lendário.
As DLCs são obrigatórias?
Não. O jogo base já tem dezenas de horas de conteúdo, mais de 100 missões paralelas e dezenas de personagens. As DLCs adicionam arcos de Dragon Ball Super e mais lutadores, mas são opcionais e caras se compradas separadamente.
O modo multiplayer ainda tem gente em 2025?
Sim. A comunidade segue ativa, especialmente em raids e missões cooperativas. Você encontra partidas online sem grandes dificuldades, tanto no PS5 quanto no PS4.
Vale a pena para quem já jogou no PS4?
Depende. Se você já fez tudo e não se importa com loading mais rápido e 4K, as novidades são poucas. A Future Saga (DLC) adiciona conteúdo novo, mas é paga. Para quem quer revisitar o jogo com melhor performance, o upgrade gratuito é bem-vindo.
