A tela de seleção de personagem em Dragon Ball: Sparking! Zero já é um desfile de nostalgia: mais de 180 lutadores, cada um com sua história, suas transformações. Em segundos, você está sobrevoando Namek, o chão se despedaça enquanto Freeza ri. O jogo promete nostalgia e entrega, com gráficos da Unreal Engine 5 que fazem cada Kamehameha explodir em partículas.
Mas não é só festa. O combate fiel ao anime exige horas para dominar defesas e contra-ataques, e a IA não dá trégua. O modo história usa imagens estáticas e narração, o que decepciona quem esperava cinema. Ainda assim, para quem cresceu com Budokai Tenkaichi, este é o retorno que os fãs pediam há anos.
Jogo analisado
O que observar antes de comprar
- Recriar a luta de Goku vs Freeza com o cenário desabando é o tipo de experiência que o jogo entrega de primeira, com direito a transformações em tempo real.
- Dominar defesa e contra-ataque exige paciência; a CPU no modo história desvia e combina golpes sem piedade, então prepare-se para repetir lutas várias vezes.
- Mais de 180 personagens, cada um com habilidades únicas, mas os movimentos básicos são semelhantes entre vários. o que pode cansar após muitas horas.
- O modo Custom Battle é um achado: crie cenários malucos, defina regras e compartilhe online. É o que mais agrega longevidade.
- No lançamento, o multijogador local com tela dividida funciona apenas no cenário Sala do Tempo. uma limitação que o feedback dos fãs pode mudar.
1. Review de Dragon Ball: Sparking! Zero para PlayStation 5
Fonte: Amazon.com.brBANDAI NAMCO Entertainment Dragon Ball: Sparking! Zero Ps5
Confira os detalhes completos diretamente na Amazon.
Nos primeiros segundos de combate, você sente a diferença: a câmera acompanha cada golpe, o chão explode com o impacto e as partículas de Ki preenchem a tela. Dragon Ball: Sparking! Zero é, acima de tudo, um jogo de sensações. O roster de mais de 180 lutadores (com as transformações) é um convite para revisitar arcos inteiros, de DBZ a Daima. Cada personagem tem habilidades únicas, e as batalhas em 3D são velozes e destruidoras. A ativação do Sparking Mode com a tela tremendo e o Ultimate em câmera lenta é um espetáculo. Mas o modo história decepciona: imagens fixas com legendas, longe do capricho de outros jogos. O Custom Battle, por outro lado, é o destaque. você cria seus próprios cenários e define regras malucas. Já a dificuldade da CPU é ingrata: ela desvia, contra-ataca e te força a repetir lutas. O tutorial é básico demais para quem quer ir além dos combos automáticos. No fim, é um jogo para fãs que querem sentir o poder do anime, não para quem busca equilíbrio competitivo.
Prós
- Roster massivo com mais de 180 personagens e transformações dinâmicas
- Combate frenético que captura a essência do anime, com partículas e destruição de cenário
- Gráficos impressionantes com Unreal Engine 5 e animações especiais de tirar o fôlego
- Modo Custom Battle criativo e com alto fator de repetição, permitindo cenários infinitos
- Dublagem original em inglês e japonês de alta qualidade
Contras
- Curva de aprendizado ingreme, com tutorial pouco intuitivo e mecanismos que exigem prática fora do jogo
- Modo história usa imagens estáticas em vez de cutscenes cinematográficas, o que quebra a imersão
Um acervo que faz jus à franquia
Goku Black avança com seu golpe de kiai, e você desvia com um vanish no último segundo. O cenário de Namek se despedaça enquanto Freeza transforma para a forma final. É isso que Sparking! Zero faz melhor: transformar cada luta em um fragmento do anime, com peso e velocidade. Cada personagem tem ataques especiais fiéis ao material original, e as transformações acontecem em tempo real, sem cortes. Recriar batalhas icônicas é tão fácil quanto escolher o personagem. nostalgia garantida.
Mas nem tudo é perfeito. A repetição de movimentos básicos entre muitos personagens pode tornar as lutas monótonas após dezenas de horas. O jogo confia demais no fan service e menos na variedade de estilos de luta. Ainda assim, o número absurdo de opções compensa para quem quer explorar cada canto do universo Dragon Ball.
Curva de aprendizado e a IA
A CPU do modo história não perdoa. Ela desvia, contra-ataca e te deixa vendo a tela de 'continue' mais vezes do que gostaria. O treino existe, mas é fácil se sentir perdido sem um guia decente. o tutorial básico ensina o superficial, não as nuances de vanish e revenge counter. A paciência é recompensada com o domínio do jogo, mas prepare-se para repetir lutas várias vezes até decorar os padrões da IA.
O que poderia ser um desafio justo vira, em alguns momentos, um teste de resistência. A dificuldade sobe e desce sem aviso, e certos confrontos exigem execução perfeita. Para quem busca um jogo de luta para relaxar, isso pode frustrar. Para os competitivos, há o modo online, mas aí o equilíbrio é outro balaio.
Perguntas frequentes sobre review Dragon Ball: Sparking! Zero PlayStation 5
O jogo tem modo online?
Sim, com partidas ranqueadas e casuais, além de suporte para torneios online. A experiência é estável, mas depende da conexão do jogador.
Quantas horas dura a campanha?
O modo história principal leva entre 10 e 15 horas. Para completar 100% com todos os personagens e desbloqueios, espere de 45 a 50 horas.
Vale a pena para quem nunca jogou Budokai Tenkaichi?
Sim, mas com ressalvas. A nostalgia é um ingrediente forte aqui, e a curva de aprendizado pode assustar iniciantes. Se você gosta de jogos de luta de arena e tem paciência para aprender, Sparking! Zero oferece conteúdo de sobra.
O jogo tem modo cooperativo?
O multijogador local é com tela dividida, mas limitado a um cenário (Sala do Tempo). Não há modo cooperativo contra a IA.
