Yumia escala um penhasco com um pulo triplo, estica o cajado para coletar uma flor brilhante e, antes de tocar o chão, já está no meio de um combate. Inimigos não esperam. A alquimia é tabu, o tom é mais sombrio e o combate virou ação em tempo real. Atelier Yumia: The Alchemist of Memories & the Envisioned Land joga quase tudo para o alto. e a pergunta é: funciona?
Depois de dezenas de horas explorando o continente de Aladiss, a resposta é sim, com ressalvas. O jogo acerta ao renovar a fórmula sem perder a alma da franquia, mas tropeça em missões secundárias repetitivas e em um sistema de síntese que pode confundir veteranos. Vamos mergulhar nos detalhes.
Jogo analisado
O que observar antes de comprar
- Cansado de menus de batalha? Em Atelier Yumia, você anda por um campo, vê um grupo de monstros e já engata num combate sem transição. Esquivas, aparos e combos nos botões faciais mantêm o ritmo.
- Explorar é um ciclo viciante: Yumia escala ruínas, usa o cajado para coletar materiais automaticamente e encontra segredos em quatro biomas enormes. A moto Procella, mais tarde, transforma travessias desertas em passeios velozes.
- Construção de base permite montar workshops e estufas, mas a câmera em espaços apertados e os plots fixos limitam a criatividade. Ainda assim, ver sua oficina produzir itens ao longo do tempo dá uma satisfação bônus.
- Não quer arriscar? A demo gratuita cobre o início da jornada e o save é transferível. Teste antes de comprar.
1. Atelier Yumia: The Alchemist of Memories & the Envisioned Land. PlayStation 5
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Nada de turnos: o combate em Atelier Yumia acontece no cenário, sem pausas. Você ataca com quadrado, solta habilidades no triângulo, esquiva com L2 ou aparra no timing certo. Yumia escala paredes, dá pulo triplo e coleta itens à distância com o cajado. a fluidez é imediata. O mundo aberto é dividido em quatro regiões enormes. florestas, desertos, montanhas e áreas costeiras. todas com uma direção de arte linda, assinada por Benitama, que mistura aquarela e anime. A história também ganhou peso. Alquimia é proibida, e Yumia precisa lidar com desconfiança enquanto investiga a queda do Império de Aladiss. Os personagens são carismáticos, e o roteiro tem reviravoltas genuínas. Mas nem tudo são flores. As missões secundárias são repetitivas: vá ao ponto A, mate X inimigos, volte para a base. O sistema de síntese, que antes era mais intuitivo, agora depende de núcleos, ressonância e mana. interessante para quem gosta de profundidade, mas menos acessível para novatos. A construção de base é legal, mas sofre com câmera travada e pouca liberdade de posicionamento. No quesito performance, o PS5 segura bem o jogo. Os carregamentos são quase instantâneos e a taxa de quadros se mantém estável, mesmo em áreas densas. Os únicos senões visuais são algumas texturas e animações que poderiam ser mais polidas. A falta de dublagem em inglês (apenas japonês com legendas) pode incomodar, mas é uma escolha comum no gênero. No fim, Atelier Yumia é uma porta de entrada moderna para a série, ideal para quem curte JRPG de ação. Fãs do combate por turnos clássico talvez sintam falta, mas a proposta compensa com dinamismo e conteúdo de sobra. são cerca de 30 horas só na campanha principal, e mais de 50 para quem quiser fazer tudo.
Prós
- Combate em tempo real ágil e divertido, com boa variedade de movimentos
- Mundo aberto belíssimo que incentiva exploração e coleta
- História mais madura com personagens carismáticos e reviravoltas
Contras
- Missões secundárias repetitivas e sem criatividade
- Sistema de síntese menos intuitivo que em títulos anteriores
Combate e exploração: a alma renovada
Nada de turnos: o combate em Atelier Yumia acontece no cenário, sem pausas. Você anda por uma floresta, vê um grupo de monstros e já começa a atacar. Quadrado para golpe, triângulo para habilidade, L2 para esquiva. e um aparo no tempo certo reduz o dano e abre uma janela para contra-ataque. Yumia escala ruínas com pulo triplo, coleta itens automaticamente com o cajado e, em segundos, já está do outro lado do mapa. A moto Procella, liberada mais adiante, torna as travessias ainda mais prazerosas. O único porém é que a câmera, em certos momentos apertados, pode atrapalhar. nada grave, mas perceptível.
O sistema de energia adiciona uma camada estratégica. Em áreas com névoa roxa, sua energia drena rapidamente. Você decide: usar uma habilidade especial agora ou guardar para atravessar? Isso força a gerenciar recursos e planejar rotas, quebrando a monotonia da exploração. No geral, o loop de jogabilidade é coeso e recompensador.
Síntese e construção de base: profundidade com arestas
A alquimia agora funciona como um quebra-cabeça de núcleos. Você coloca materiais em slots para ativar ressonâncias. uma combinação certa pode transformar uma poção simples em um item com bônus extra. É mais complexo do que antes, e a interface não ajuda: ícones pequenos e descrições vagas. Mas, depois que o sistema clica, você passa horas experimentando combinações. A síntese simples no campo, para criar balas ou bandagens, é uma mão na roda em momentos críticos.
Montar sua oficina é legal: você coloca uma estufa, um armazém, vê os itens sendo produzidos ao longo do tempo. Mas a câmera dentro da base é travada, e os plots são fixos. não espere alinhar móveis livremente. Ainda assim, decorar o espaço e ver a produção render traz uma satisfação bônus, especialmente para quem gosta de personalização.
Narrativa e conteúdo secundário: acertos e tropeços
Yumia caminha por uma vila e as pessoas a evitam. A alquimia é proibida, e ela carrega o peso desse estigma. As conversas com os companheiros revelam segredos do passado, e há reviravoltas emocionantes. A trama é a mais madura da série, com diálogos bem escritos e momentos de impacto. Mas aí você pega uma side quest: mate três lobos e traga a pele. É a mesma fórmula de sempre. As missões secundárias são repetitivas e parecem checklist, o que quebra o ritmo narrativo.
O sistema Pioneering Effort exige completar tarefas para liberar avanço regional. Por um lado, incentiva a exploração completa; por outro, pode frustrar quando você só quer seguir a história principal. A falta de dublagem em inglês também pode incomodar, já que as legendas em português (BR) estão presentes, mas quem prefere jogar sem ler pode sentir falta. Ainda assim, para quem valoriza uma boa jornada com lutas empolgantes, o pacote entrega.
Perguntas frequentes sobre review Atelier Yumia: The Alchemist of Memories & the Envisioned Land PlayStation 5
Atelier Yumia é um bom ponto de entrada para quem nunca jogou a série?
Sim. O combate em tempo real e a história independente facilitam a imersão de novatos. A demo gratuita é um ótimo teste antes da compra.
O combate é realmente em tempo real?
Sim, totalmente em tempo real. Você ataca, esquiva, bloqueia e usa habilidades sem parar. Não há transição para tela de batalha.
O jogo tem suporte a português?
As legendas estão em português (Brasil). A dublagem é apenas em japonês, sem opção em inglês.
Quanto tempo leva para zerar a campanha principal?
A história principal leva cerca de 30 horas. Para completar tudo, incluindo side quests e crafting, espere mais de 50 horas.
Vale a pena no PS5? O desempenho é bom?
No PS5, os carregamentos são muito rápidos e a taxa de quadros se mantém estável. Pequenas quedas em áreas densas, mas nada que comprometa a experiência.
