Você está no ar com Brome, levitando sobre uma horda de esqueletos enquanto alterna entre cajado e feitiços. Um parry bem cronometrado atordoa o líder inimigo, e um Ritual de fogo incinera o grupo. Absolum não tenta ser o próximo Hades. ele quer ser o melhor beat 'em up que você jogou este ano, e consegue. A proposta é enganosamente simples: quatro personagens, porrada sem fim e uma progressão que te faz dizer 'só mais uma run'.
Cada golpe tem peso, cada combo é uma coreografia que você aprende a montar na hora. O sistema de parry e esquiva não é enfeite: é a diferença entre sair inteiro ou ralar o chão. Os Rituais elementais. fogo, vento, água. transformam seu personagem a cada run, mantendo o fôlego mesmo quando os cenários se repetem.
Mas não espere uma história que prenda. A trama de Talamh e o Rei Sol Azra é só moldura. O que importa é o loop: entrar, quebrar tudo, aprender com os erros, desbloquear upgrades permanentes no hub e tentar de novo. Funciona? Funciona pra caramba, pelo menos pelas primeiras 15 horas.
Jogo analisado
O que observar antes de comprar
- Se história for secundária, Absolum te prende com ação direta.
- Jogar com um amigo. co-op local ou online. dobra a diversão e revela sinergias entre personagens.
- A repetição inicial pode cansar quem prefere variedade constante de cenários.
- Cada personagem tem estilo único: experimente Karl, Galandra, Cider e Brome para achar o seu.
1. Absolum – PlayStation 5: beat 'em up roguelite da Dotemu
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Absolum é aquele jogo que você coloca para testar e três horas depois está no sofá, suando nos combos. No PS5, roda liso, com arte 2D deslumbrante e trilha sonora que gruda na cabeça. Gareth Coker, Mick Gordon e Yuka Kitamura capricharam. A campanha leva um tempo moderado na primeira zerada, e dá para esticar até mais se quiser ver tudo. Os pontos baixos? A história é esquecível, os inimigos repetem modelo mais do que gostaríamos, e a progressão roguelite perde força depois de um tempo. Mas para quem só quer um beat 'em up viciante, está servido. O co-op é um show à parte: as sinergias entre personagens rendem momentos de pura gritaria boa. No balanço, Absolum acerta no que importa: ser divertido na dose certa.
Prós
- Combate refinado com controles precisos e muito peso
- Arte 2D deslumbrante e trilha sonora espetacular
- Modo cooperativo local e online que expande a diversão
Contras
- Narrativa fraca e personagens pouco marcantes
- Inimigos genéricos com muitas variações de cor
A fusão que deu certo: beat 'em up encontra roguelite
Escolher um caminho ramificado no mapa que leva a um chefe com mecânica elemental de fogo pode ser a diferença entre uma run frustrante e uma memorável. A mágica de Absolum está em casar dois gêneros sem atropelar nenhum. O beat 'em up dá a base. você avança por fases, quebra fileiras de inimigos, enfrenta chefões grandões. O roguelite entra com a progressão: a cada morte, volta ao hub com cristais para upgrades permanentes e a chance de escolher novos Rituais na próxima tentativa. Esses Rituais são passivos que alteram seus ataques. um de vento empurra inimigos, um de fogo deixa rastros de dano. Perde tudo ao morrer, mas o aprendizado fica.
O resultado é um ciclo que dificilmente deixa você largar o controle. Uma run puxa a outra, seja testando um personagem diferente. Karl o anão tanque, Cider a ágil marionetista, Brome o sapo mago que levita. ou explorando caminhos alternativos no mapa. Há side quests que não expiram, segredos escondidos e montarias temporárias que você invoca em pontos de descanso. Não é um roguelike profundo como Hades, mas entrega o que promete: diversão imediata com camadas de estratégia.
Co-op que transforma a experiência
Jogar com um amigo revela uma nova camada do jogo. As sinergias entre personagens não são estéticas: um Karl que atrai inimigos enquanto Cider ataca de longe vira tática de verdade. O co-op local e online funciona sem atrasos perceptíveis, e a tela dividida não sacrifica fluidez. Você pode reviver o parceiro em momentos críticos, reduzindo a frustração das mortes. Cada run em dupla é imprevisível e cheia de gritaria.
A progressão roguelite também se adapta: os upgrades conquistados valem para ambos, incentivando a troca de personagens entre as tentativas. Se um amigo entra no meio da campanha, ele começa com recursos básicos, mas logo alcança o nível do anfitrião. É um convite para sessions que duram a noite inteira sem ninguém perceber.
Perguntas frequentes sobre review Absolum ( PlayStation 5
O jogo tem modo cooperativo?
Sim, Absolum oferece co-op local (tela dividida) e online para até 2 jogadores. A experiência em dupla é ainda mais caótica e divertida, com sinergias entre os personagens.
Vale a pena para quem joga sozinho?
Com certeza. Apesar do co-op ser um grande atrativo, a campanha solo é robusta e cada personagem oferece um estilo único. A progressão roguelite mantém o interesse por várias horas, mesmo sozinho.
Quanto tempo dura Absolum?
A história principal leva um tempo moderado. Para completar tudo. side quests, upgrades e todos os finais. espere várias horas de conteúdo. A rejogabilidade é alta até certo ponto, mas depois de um tempo o fator replay diminui.
