Generated by Rank Math SEO, this is an llms.txt file designed to help LLMs better understand and index this website. # O Quarto Nerd: De reviews imersivos de jogos de tabuleiro e lançamentos para PC e consoles, até análises de produtos e as últimas notícias que movimentam o mundo geek. ## Sitemaps [XML Sitemap](https://oquartonerd.com.br/sitemap_index.xml): Includes all crawlable and indexable pages. ## Posts - [Just Dance 2022 no PS5: coreografias afiadas, mas o pacote base deixa a desejar](https://oquartonerd.com.br/review-just-dance-2022-playstation-5/): Imagine o sábado à noite: a sala vira pista de dança, cada um com o celular na mão, tentando acompanhar a coreografia de "Mr. Blue Sky". O sofá serve de plateia, o cachorro late, e a diversão é genuína. Just Dance 2022 chega ao PS5 com essa promessa de entretenimento descompromissado, mas será que a fórmula ainda funciona sem uma câmera dedicada? - [Outcast. A New Beginning no PS5: jetpack viciante, missões repetitivas](https://oquartonerd.com.br/review-outcast-a-new-beginning-playstation-5/): Você aperta o botão e o jetpack te joga para o alto. A floresta de Adelpha se estende lá embaixo, colorida e cheia de vida. Esse momento resume o melhor de Outcast. A New Beginning: a sensação de voar livre. Mas o jogo da Appeal Studios também traz o pior do design dos anos 2000. Missões repetitivas, combate raso e problemas técnicos que deixam a experiência datada. - [Taxi Driver: The Simulation no PS4. Platina em 1 hora, mas cadê o resto?](https://oquartonerd.com.br/review-taxi-driver-the-simulation-playstation-4/): O sol nasce sobre Hamside. Você vira a chave, o motor ronca baixo e o primeiro passageiro acena na calçada. Em menos de uma hora, você já rodou a cidade, viu o ciclo dia/noite e desbloqueou o segundo táxi. o jogo está quase no fim. Taxi Driver: The Simulation é honesto sobre sua proposta: curto, simples e feito para quem não quer pensar. Mas essa honestidade custa profundidade. - [Temtem no PS5: um MMO de monstros que testa sua estratégia](https://oquartonerd.com.br/review-temtem-playstation-5/): Você pousa no Arquipélago Airborne com um TemCard na mão e logo descobre que aqui não tem 1v1. Toda batalha é em dupla, e a stamina é o verdadeiro chefe: gastar tudo e seu bicho começa a perder saúde. Não existe crítico, sorte ou desculpa. Cada erro é seu. Temtem pega a estrutura de capturar criaturas e transforma num MMO tático que não perdoa desatenção. - [Cobra Kai 2: Dojos Rising para PS5 – Review da pancadaria com bugs](https://oquartonerd.com.br/review-cobra-kai-2-dojos-rising-playstation-5/): Cobra Kai sempre pediu um jogo que capturasse o humor e a pancadaria exagerada da série. Cobra Kai 2: Dojos Rising tenta isso com um beat 'em up 3D cheio de absurdo: ataques de fogo, macarrão de piscina como arma, boliche humano com física cômica. Quando o caos funciona, a diversão é honesta. Mas o jogo também tropeça: bugs, câmera desorientadora e performance instável testam a paciência de qualquer um. - [Like a Dragon: Ishin! no PS5: samurais, porradaria e nostalgia bem-vinda](https://oquartonerd.com.br/review-like-a-dragon-ishin-playstation-5/): O som de uma katana cortando o ar, um revólver girando no coldre e a voz inconfundível de Kazuma Kiryu, agora samurai. Like a Dragon: Ishin! materializa essa fantasia: o remake do clássico de 2014 finalmente sai do Japão e chega ao PS5 com gráficos na Unreal Engine 4, combate brutal e o carisma de sempre. Mas por trás do visual novo, o esqueleto ainda range como um jogo de PS3. - [Mato Anomalies PS5: Um RPG de turno com cara de visual novel e muitas ideias na manga](https://oquartonerd.com.br/review-mato-anomalies-playstation-5/): Mato Anomalies chega com uma proposta ambiciosa: misturar visual novel, RPG de turno e jogo de cartas em uma Shanghai neofuturista tomada por demônios. Você assume o detetive Doe e o exorcista Gram, cada um com seu próprio lado da investigação. um vasculha becos e informantes, o outro enfrenta as criaturas em masmorras digitais chamadas Lairs. A ideia é boa, e o mundo construído pelo estúdio chinês Arrowiz tem personalidade. - [Review Exoprimal no PS4: vale o caos com dinossauros?](https://oquartonerd.com.br/review-exoprimal-playstation-4/): Dinossauros explodem em pedaços enquanto sua equipe corre para escoltar um cubo de dados. Do outro lado do mapa, as silhuetas da equipe rival avançam. Exoprimal pega a premissa absurda de misturar tiro, hordas jurássicas e competição 5v5 e transforma em partidas que duram entre 10 e 18 minutos de pura tensão. A Capcom lançou o jogo em julho de 2023 para PS4, PS5, Xbox e PC, e desde então o debate sobre se vale o investimento continua aceso. - [Shantae and the Pirate’s Curse no PS5: uma aventura pirata que conquista fãs de plataforma 2D](https://oquartonerd.com.br/review-shantae-and-the-pirate-s-curse-limited-edition-playstation-5/): Shantae perdeu os poderes de gênia. Sem danças de transformação, resta a ela pegar carona com a pirata Risky Boots e encarar um arquipélago amaldiçoado armada com pistola, chapéu pirata e uma cimitarra. Essa mudança de direção no terceiro jogo da série não é só narrativa: mexe no núcleo da jogabilidade e transforma o que era uma plataforma linear em algo bem mais próximo de um Metroidvania enxuto. Cada ilha esconde masmorras, chefes e um novo equipamento que desbloqueia áreas antes inacessíveis. - [Gori: Cuddly Carnage no PS5. um gato, um hoverboard e muito sangue de unicórnio](https://oquartonerd.com.br/review-gori-cuddly-carnage-playstation-5/): Gori: Cuddly Carnage não é um jogo que passa despercebido. Ele chega com uma premissa que já rouba a cena: um gato laranja modificado geneticamente, montado em um hoverboard falante com lâminas retráteis, enfrentando hordas de brinquedos assassinos e unicórnios mutantes. Em menos de cinco minutos, você já está grindando em trilhos enquanto desvia de unicórnios voadores e ouvindo F.R.A.N.K. soltar comentários sarcásticos. Misturando influências de Devil May Cry com a pegada radical de Tony Hawk, o título do estúdio sueco Angry Demon Studio entrega uma experiência que não tem medo de ser ridícula. - [Emergency Call The Attack Squad no PS5: simulação de bombeiro que acerta na ideia, mas tropeça na execução](https://oquartonerd.com.br/review-emergency-call-the-attack-squad-playstation-5/): Sirenes tocam, o caminhão estaciona, e você tem segundos para decidir: mangueira ou barra Halligan? Emergency Call The Attack Squad coloca você nessas situações, mas a imersão quebra quando a barra de stamina esgota ao abrir uma porta. A ideia é boa, mas a execução tropeça em controles confusos e objetivos mal explicados. - [Review Monster Jam Showdown no PlayStation 5: barulho, manobras e diversão sem frescura](https://oquartonerd.com.br/review-monster-jam-showdown-playstation-5/): O Grave Digger levanta poeira no Vale da Morte enquanto o DualSense vibra a cada solavanco. Monster Jam Showdown entrega exatamente o que promete: caminhões enormes, manobras absurdas e barulho de motor. A Milestone usou a Unreal Engine 5 para criar cenários caprichados, com tempestades de areia e neve que impressionam. Mas depois de algumas horas, o encanto visual começa a competir com a sensação de repetição. - [Wild Bastards no PS5: tiro tático com alma de roguelike](https://oquartonerd.com.br/review-wild-bastards-playstation-5/): Entre planejar rotas no mapa do Drifter e encarar tiroteios em primeira pessoa, Wild Bastards coloca você no comando de 13 fora da lei espaciais. É uma mistura de FPS tático com roguelike que alterna entre estratégia por turnos e ação frenética. Se você curtiu Void Bastards ou busca um jogo que exija tanto reflexo quanto pensamento, esse título merece atenção. - [Crown Wars: The Black Prince no PS5 – tática medieval com alma de XCOM, mas pecados de produção](https://oquartonerd.com.br/review-crown-wars-the-black-prince-playstation-5/): A França do século XIV sangra entre batalhas da Guerra dos Cem Anos e uma conspiração oculta que mistura ocultismo, alquimia e bestas sobrenaturais. Você assume um senhor feudal tentando reconstruir seu domínio enquanto lidera esquadrões em combates táticos por turnos. A premissa é um prato cheio para fãs de estratégia, e em muitos momentos entrega o que promete. - [Hell is Us: sem mapa, sem pena, e por isso inesquecível](https://oquartonerd.com.br/review-hell-is-us-playstation-5/): Hell is Us coloca você num cruzamento sem placas. Sem mapa. Sem marcador. Só a dica de um NPC sobre uma abadia perto de um globo dourado. É um tiro ousado num mercado que acostumou o jogador a seguir setas. Desenvolvido pela Rogue Factor e publicado pela Nacon, o título coloca você na pele de Rémi, um ex-pacificador que volta a Hadea, um país fictício devastado por guerra civil, em busca dos pais. O que encontra lá é um cenário brutal, cheio de criaturas chamadas Hollow Walkers e uma narrativa densa sobre conflito e mitologia. - [Gabby’s Dollhouse: Ready to Party. A festa perfeita para os pequenos fãs da Gabby](https://oquartonerd.com.br/review-gabby-s-dollhouse-ready-to-party-playstation-5/): O minijogo de dança no Caturn pede para apertar botões no ritmo da música. É simples, mas para uma criança de três anos é o ápice da coordenação motora. Gabby's Dollhouse: Ready to Party não tenta ser um jogo difícil. ele quer ser uma extensão da série, e consegue. Com visual papercraft fiel e mais de 40 atividades, o jogo mergulha os pequenos na casa mágica da Gabby. Mas será que a brincadeira sustenta o preço? Testamos no PS5 e contamos tudo. - [Truck Driver: The Dutch Connection: um passeio holandês com peso na direção e tropeços no trânsito](https://oquartonerd.com.br/review-truck-driver-the-dutch-connection-playstation-5/): A chuva bate no para-brisa, o vento balança a cabine e, pelo controle, sentimos o tamborilar dos pingos contra o metal. Lá fora, moinhos de vento cortam o horizonte holandês enquanto o caminhão responde com peso e inércia. Cada curva exige freada calculada, cada retomada pede paciência. Esse é o melhor momento de Truck Driver: The Dutch Connection, um spin-off que troca as estradas americanas pelos canais e tulipas de uma Holanda fictícia em 2027. - [Review Who Wants to Be a Millionaire? – Final Answer Edition: a versão que os fãs mereciam](https://oquartonerd.com.br/review-who-wants-to-be-a-millionaire-final-answer-edition-playstation-5/): A música dramática enche o ambiente. O apresentador inclina a cabeça e pergunta: "É essa sua resposta final?" Você olha para as quatro alternativas, o suor aparece, o tempo corre. Essa tensão do programa de TV está intacta em Who Wants to Be a Millionaire? - Final Answer Edition. Mas a versão de 2020 tinha um problema: depois de algumas partidas, as perguntas começavam a se repetir. A promessa de reviver o show esbarrava na falta de fôlego. - [Review Military Logistics Simulator: logística sob pressão no PS5](https://oquartonerd.com.br/review-military-logistics-simulator-playstation-5/): O convés de um porta-aviões, uma empilhadeira teimosa e o relógio correndo. Essa é sua introdução a Military Logistics Simulator, um jogo que troca tiroteios por tensão logística. - [Review Dragon Quest I & II HD-2D Remake: dois clássicos renascem em estilo de cair o queixo (PS5)](https://oquartonerd.com.br/review-dragon-quest-1-2-hd-remake-playstation-5/): Alefgard em HD-2D é uma pancada: luz refletindo na água, pixel art que parece vivo, cada cenário um diorama que pede para ser contemplado. Dragon Quest I e II, os dois títulos que plantaram a semente do JRPG, voltam com uma roupagem que não só honra o passado como convida novatos a entender de onde tudo veio. - [Review Memory Lost: Shift Edition. possessão criativa em um cyberpunk áspero](https://oquartonerd.com.br/review-memory-lost-shift-edition-playstation-5/): A primeira possessão em Memory Lost: Shift Edition acontece rápido: você vê um soldado, salta para dentro dele e, de repente, a arma dele é sua. O combate vira uma troca constante de corpos. cada inimigo vira ferramenta descartável na metrópole de Detraxis. A ideia é tão boa que segura o jogo mesmo quando tudo ao redor desanda. - [Review Steredenn: Binary Stars. Caos espacial e desafio honesto no PS5](https://oquartonerd.com.br/review-steredenn-binary-stars-playstation-5/): Você está na terceira fase. Sua nave, a Specialist, voa em disparos precisos de longo alcance. O chefe surge: uma nave colossal com múltiplos padrões. Você precisa trocar de arma, mas ao apertar quadrado, o disparo para por um instante. Tempo suficiente para levar um tiro. Esse pequeno detalhe define muito da experiência com Steredenn: Binary Stars no PS5. - [Review Neva Deluxe Edition PS5: arte, emoção e um pulo que hesita](https://oquartonerd.com.br/review-neva-deluxe-edition-playstation-5/): Na primeira vez que chamei o lobo pelo alto-falante do DualSense, o latido veio do controle e eu sorri. Neva, o novo jogo do Nomada Studio, começa com um silêncio que antecede a perda. A palheta de cores ainda é de sonho, mas os contornos são mais firmes, as sombras mais ameaçadoras. E no centro de tudo, uma loba filhote que mais parece um imã de afeto. - [Revenge of the Savage Planet no PS5: Exploração, Humor e Uns Escorregões no Combate](https://oquartonerd.com.br/review-revenge-of-the-savage-planet-launch-edition-playstation-5/): Acordar demitido depois de cem anos em criogenia, com um e-mail de boas-vindas da megacorporação que te largou num planeta alienígena. Essa é a premissa de Revenge of the Savage Planet, sequência direta de Journey to the Savage Planet. A Raccoon Logic, formada por veteranos da Typhoon Studios, trocou a primeira pessoa por uma terceira bem mais caricata, e o resultado é uma aventura que mistura Metroidvania, sátira corporativa e uma paleta de cores que parece ter sido alimentada a goo radioativa. - [Review Metro Exodus Complete Edition (PS5): a Rússia pós-apocalíptica em 4K com Ray Tracing](https://oquartonerd.com.br/review-metro-exodus-complete-edition-playstation-5/): O primeiro passo fora do metrô, na neve russa salpicada de fuligem, é o tipo de imagem que não sai da cabeça. Metro Exodus já era um primor de atmosfera, mas a Complete Edition no PS5 leva essa imersão a um nível que o original de 2019 mal imaginava. Com Ray Tracing, 60 FPS sólidos e o DualSense trabalhando a todo vapor, a jornada de Artyom ganha texturas que antes passavam batido. - [Review Call of Duty Black Ops 7: campanha cooperativa divide, multiplayer entrega](https://oquartonerd.com.br/review-call-of-duty-black-ops-7-playstation-5/): Call of Duty Black Ops 7 chega com a ousadia de transformar a campanha em um cooperativo online. e aí mora o problema. Você controla David Mason em um 2035 onde a arma alucinógena The Cradle distorce a realidade: num minuto está em um Japão neon, no outro num corredor psicodélico com um Michael Rooker gigante. - [Review Kemco RPG Selection Volume 5 no PS5: quatro RPGs em um disco, nostalgia e alguns poréns](https://oquartonerd.com.br/review-kemco-rpg-selection-volume-5-playstation-5/): Quatro ícones na tela: Asdivine Menace, Wizards of Brandel, Seek Hearts, Miden Tower. A proposta do Kemco RPG Selection Volume 5 é clara: empacotar títulos que originalmente rodavam em celulares e colocá-los em mídia física. Para quem já conhece o catálogo da desenvolvedora, a coletânea funciona como uma viagem no tempo. com batalhas por turnos, sistemas de crafting e aquela nostalgia de JRPG portátil. Para quem nunca ouviu falar desses nomes, o pacote pode parecer um risco. - [Review Kemco RPG Selection Vol. 4: nostalgia em quatro atos, com alguns tropeços](https://oquartonerd.com.br/review-kemco-rpg-selection-volume-4-nintendo-switch/): Loka empurra um bloco de pedra enquanto Teth observa o chão se abrir. Chronus Arc, um dos quatro RPGs do Kemco RPG Selection Vol. 4, já te joga em um puzzle no primeiro calabouço. A ideia de ter quatro jogos em um cartucho é tentadora, mas a execução é uma mistura de nostalgia e repetição. Chronus Arc exige mais raciocínio que força bruta; Bonds of the Skies tenta emocionar com a amizade entre humanos e espíritos, mas escorrega no excesso de clichês. Legend of the Tetrarchs escala até dez aliados em batalhas que lembram clássicos de 16 bits. E Monochrome Order, o destaque, transforma o tribunal em um campo de consequências. O conjunto é variado, mas a familiaridade entre os títulos incomoda. Pode ser um charme ou um defeito, depende do seu gosto. - [Review Formula Legends: Legacy Edition PlayStation 5](https://oquartonerd.com.br/review-formula-legends-legacy-edition-playstation-5/): Você está nos boxes em Interlagos, com pneus slick e o céu fechando. A chuva começa no meio da volta, e a aderência desaparece. Formula Legends: Legacy Edition quer te levar nessa viagem pela história da Fórmula 1, dos anos 60 aos dias de hoje, com uma pegada sim-cade. Na maior parte, funciona. especialmente para quem busca nostalgia e montanhas de conteúdo. - [Review The Bus (PS5): Berlim realista na palma da mão, com ressalvas importantes](https://oquartonerd.com.br/review-the-bus-playstation-5/): Ligar o motor de um Scania no Unreal Engine 5 e ouvir o ar comprimido dos freios. antes de sair do ponto, The Bus já avisou: isso aqui é simulação pesada. A TML-Studios recriou Berlim inteira, escala 1:1, com mais de 200 paradas, tráfego controlado por IA e um clima que sincroniza com o mundo real. Não há espaço para pressa: cada curva exige cuidado, cada parada pede precisão. - [Warhammer 40,000: Space Marine 2 no PS5. Entre a glória e os engasgos técnicos](https://oquartonerd.com.br/review-warhammer-40-000-space-marine-2-playstation-5/): Centenas de Tyranids correm em sua direção enquanto a chainsword chia, pronta para serrar. Space Marine 2 não perde tempo: quer que você sinta o peso de cada golpe e a urgência de cada execução. A Saber Interactive construiu um espetáculo de violência em terceira pessoa, com o Swarm Engine lotando a tela de criaturas e um design de som que faz cada disparo do bolter ecoar como um trovão. - [DOOM: The Dark Ages no PS5: o Slayer virou um tanque medieval e funciona](https://oquartonerd.com.br/review-doom-the-dark-ages-playstation-5/): No primeiro encontro com um Hell Knight, você segura o escudo, espera o clarão verde e aperta L1 no timing certo. O som do parry é um estrondo metálico, e o demônio fica atordoado por um segundo. Tempo suficiente para arremessar o Shield Saw e cortá-lo ao meio. Essa sensação de poder, conquistada com técnica, define DOOM: The Dark Ages. O Slayer está mais pesado, mais lento, e trocou a agilidade aérea por um combate mais tático e de posição. - [Minecraft no PS5: A versão definitiva do sandbox que não envelhece](https://oquartonerd.com.br/review-minecraft-playstation-5/): De repente, o carregamento sumiu. Em segundos, eu já estava picando madeira em 4K nítido, a 60 quadros por segundo. Minecraft no PS5 não reinventa o jogo, mas entrega um negócio que faltava: fluidez de verdade. A versão nativa para PlayStation 5 finalmente chegou, e depois de jogar, fica claro que a diferença está nos detalhes. - [Review Wolverine no PS5: brutal, linear e visceral como o personagem](https://oquartonerd.com.br/review-marvel-s-wolverine-playstation-5/): Desde o primeiro minuto, Wolverine no PS5 deixa claro que não vai pedir desculpas por ser o que é: um jogo linear, violento e sem medo de sujar as mãos. Logan não balança entre prédios nem faz piadas. Ele avança, corta, regenera e só para quando o chefe da vez vira pedaços. É uma carta de amor ao mutante mais rabugento dos quadrinhos, e isso é o que faz o jogo funcionar. A câmera colada no ombro, o som das garras saindo e o sistema de Fúria que pede agressividade constante transformam cada encontro em um banho de sangue coreografado. - [Review Exoprimal: o cooperativo jurássico que diverte, mas cansa](https://oquartonerd.com.br/review-exoprimal-playstation-5/): Você veste um exotraje, ouve o Leviatã dando as instruções e corre para eliminar raptores enquanto outra equipe faz o mesmo. De repente, um T-Rex aparece e o objetivo muda. agora os dois times precisam sobreviver juntos. Essa dualidade entre competir e cooperar é o que faz Exoprimal funcionar, o hero shooter da Capcom que coloca dinossauros no centro do caos. - [TopSpin 2K25 no PS5: simulação de alto nível, mas com alguns tropeços fora da quadra](https://oquartonerd.com.br/review-topspin-2k25-playstation-5/): Você saca. O Timing Meter sobe, a barra verde aparece no ponto exato. O saque explode no canto da quadra. o adversário nem se mexe. Por um segundo, é só você, a raquete e a sensação de ter acertado o timing perfeito. TopSpin 2K25 é feito desses momentos. Depois de treze anos, a franquia volta com uma física de bola que nenhum outro jogo de tênis recente conseguiu: cada golpe tem peso, cada superfície exige adaptação. Saibro, grama, quadra dura. a bola quica diferente, e você sente. - [Hunter x Hunter Nen x Impact: Combate explosivo, conteúdo murcho](https://oquartonerd.com.br/review-hunter-x-hunter-nen-x-impact-playstation-5/): Gon dispara um Jajanken, Killua surge num relâmpago, e a troca de personagem mantém o combo no ar. Por alguns segundos, o jogo entrega o que a gente espera de um tag team frenético. Desenvolvido pela Eighting (Marvel vs. Capcom 3), ele acerta na base mecânica, mas a execução tropeça: conteúdo enxuto, online vazio e acabamento modesto. A seguir, o que funciona e o que frustra. - [Review TMNT Splintered Fate PS5: pancadaria cooperativa que funciona e repete](https://oquartonerd.com.br/review-teenage-mutant-ninja-turtles-splintered-fate-deluxe-edition-playstation-5/): O cheiro de pizza e esgoto invade a tela quando você começa mais uma run em Teenage Mutant Ninja Turtles: Splintered Fate. O jogo pega a estrutura de Hades e coloca as tartarugas no centro, um roguelite competente que brilha quando você divide o sofá com amigos, mas tropeça na repetição quando encarado sozinho. - [Atomic Heart no PS5: vale a pena encarar o caos soviético?](https://oquartonerd.com.br/review-atomic-heart-playstation-5/): Estourar a cabeça de um robô com uma pá modificada enquanto uma versão distorcida de uma canção soviética ecoa ao fundo. Atomic Heart não perde tempo mostrando suas intenções: um FPS que abraça o absurdo e a estética atômica com uma confiança rara. Você assume o Major P-3 numa Rússia alternativa de 1955, onde robôs enlouqueceram e o caos impera. O jogo da Mundfish chega ao PS5 prometendo combate versátil, mundo aberto hostil e muito estilo visual. E, sim, ele entrega boa parte disso, mas nem tudo sai como planejado. - [Tales of Berseria Remastered: vingança, alma e um remaster que não convence em tudo](https://oquartonerd.com.br/review-tales-of-berseria-playstation-5/): A primeira cena de Tales of Berseria já entrega o tom: uma mulher acorrentada, olhos vidrados de ódio, o braço transformado em algo demoníaco. Não tem herói relutante aqui. Velvet Crowe é uma anti-heroína movida a vingança, e essa premissa sombria sustenta um dos roteiros mais maduros que a série Tales já produziu. O Remastered chega agora ao PlayStation 5 prometendo reviver essa jornada com alguns ajustes de qualidade de vida, mas sem ousar mexer no essencial. - [Review The Devil Within: Satgat para PS5. ação e exploração com alma coreana](https://oquartonerd.com.br/review-the-devil-within-satgat-playstation-5/): Na primeira vez que você encara um inimigo em The Devil Within: Satgat, sente o peso do combate. Cada golpe de espada exige timing, e a stamina (AP) some rápido se você sair batendo sem pensar. O jogo da Newcore Games não esconde o que é: um metroidvania 2.5D que bebe de Sekiro, Onimusha e Castlevania, mas tem identidade própria com a ambientação na dinastia Joseon pós-apocalíptica. - [Review TramSim: Console Edition Deluxe para PS5. realismo sobre trilhos, mas para quem?](https://oquartonerd.com.br/review-tramsim-deluxe-edition-playstation-5/): Pilotar um bonde pela Ringstraße de Viena, com trânsito dinâmico e pedestres esperando na plataforma, exige precisão e calma. TramSim: Console Edition recria esse cenário com fotorealismo e física autêntica. Desenvolvido pela ViewApp e publicado pela Dovetail Games, o título chega ao PlayStation 5 em uma Deluxe Edition que adiciona o bonde ULF e o depósito Favoriten, com manobras e lavagem. Mas a experiência é tão específica que não agrada a qualquer um. - [Little Nightmares II Enhanced Edition no PS5: beleza opressiva, controles imprecisos](https://oquartonerd.com.br/review-little-nightmares-ii-playstation-5/): Poucos jogos conseguem transformar um corredor escuro em uma ameaça real. Little Nightmares II entende isso como poucos: cada sala, cada sombra, cada rangido parece calculado para te lembrar que você é pequeno, frágil e está longe de casa. A sequência da Tarsier Studios mantém a essência do original e expande o universo com uma direção de arte linda de doer. e uma sensação de vulnerabilidade que gruda na pele. - [Romancing SaGa 2: Revenge of the Seven. Review: o remake que todo fã de JRPG merece](https://oquartonerd.com.br/review-romancing-saga-2-revenge-of-the-seven-playstation-5/): Alguns remakes só fazem poluir a memória afetiva. Romancing SaGa 2: Revenge of the Seven faz o contrário: pega a essência torta do JRPG de 1993 e a veste com um corpo novo. No original, você controlava uma linhagem de imperadores, a morte era apenas uma passagem de bastão e os sistemas eram tão obscuros quanto fascinantes. Agora, a Square Enix e a Xeen (do remake de Trials of Mana) entregam um remake 3D completo: combate refinado, conteúdo expandido e a mesma alma desconcertante da série SaGa. - [Review Zombie Cure Lab no PS5: curar zumbis é divertido, mas o laboratório precisa de consertos](https://oquartonerd.com.br/review-zombie-cure-lab-playstation-5/): Cansado de sair atirando em tudo que se mexe num apocalipse zumbi? Zombie Cure Lab vira a chave: em vez de eliminar os infectados, você constrói um laboratório para capturá-los, tratá-los e transformá-los em Humbies. meio humanos, meio zumbis, mão de obra leal (com direito a rebelião se negligenciados). A premissa é refrescante, o loop de gerenciamento promete horas de planejamento, e a arte cartunesca traz um tom esperançoso raro no gênero. Só que no PlayStation 5, a versão chega com uma série de problemas que vão de uma interface claramente feita para mouse a bugs que em certos momentos parecem sabotar a diversão. - [Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties: o remake que brilha na porrada, mas divide na história](https://oquartonerd.com.br/review-yakuza-kiwami-3-dark-ties-playstation-5/): Cada soco em Yakuza tem peso. Em Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties, esse impacto vira um show: golpes de tonfa e chutes em câmera lenta. Kiryu nunca esteve tão versátil, com dois estilos que transformam qualquer briga de rua em algo violento e divertido. O Dragon of Dojima mantém a essência de socos e chutes. Já o novo estilo Ryukyu traz armas que mudam o ritmo: tonfa, nunchaku, sansetsukon. Cada uma exige timing, e quando a parada certa encaixa, o contra-ataque é pura satisfação. - [Review Calamity Angels: Special Delivery. Carisma e humor salvam um RPG de delivery?](https://oquartonerd.com.br/review-calamity-angels-special-delivery-special-edition-playstation-5/): Yuri empurra os itens na mochila enquanto o cronômetro corre. o minigame de empacotamento de Calamity Angels: Special Delivery já dá o tom: criativo, caótico e levemente frustrante. O jogo da Compile Heart não tenta ser um épico japonês ambicioso; ele abraça a premissa de liderar entregadoras atrapalhadas em um mundo de monstros e prazos apertados. E essa simplicidade é ao mesmo tempo sua maior força e sua maior fraqueza. - [Review Call of Duty Modern Warfare III no PS5: multiplayer dos sonhos, campanha decepcionante](https://oquartonerd.com.br/review-call-of-duty-modern-warfare-iii-playstation-5/): Call of Duty Modern Warfare III chega ao PS5 com uma identidade dividida. De um lado, o multijogador abraça a nostalgia ao trazer de volta 16 mapas clássicos de Modern Warfare 2 (2009), com jogabilidade modernizada e ritmo acelerado. Do outro, a campanha tropeça: curta, apressada e com a sensação de que falta algo essencial. O jogo sabe onde quer brilhar, mas também expõe suas limitações. - [Review Crossfire: Sierra Squad no PS VR2: tiro direto, sem rodeios](https://oquartonerd.com.br/review-crossfire-sierra-squad-playstation-5/): Aproximar o rifle do rosto, ver a tela inteira virar uma mira limpa. O clique do gatilho, o recuo, o corpo do inimigo caindo. É aí que Crossfire: Sierra Squad mostra a que veio. tiro arcade em VR que não pede desculpas. Não quer ser simulador, nem teatro militar. Só quer que você mire, dispare e sinta o impacto. - [Review Like a Dragon: Infinite Wealth. o ápice da franquia chegou no PS5?](https://oquartonerd.com.br/review-like-a-dragon-infinite-wealth-playstation-5/): Ichiban Kasuga está de volta, e com ele vem uma bagagem emocional que pesa mais do que qualquer combo de turnos. Depois de se reinventar como ex-yakuza em busca de um lugar no mundo, ele agora enfrenta fake news, uma mãe biológica no Havaí e o peso de carregar uma franquia que já ultrapassou 100 horas de conteúdo. Infinite Wealth não é só mais um capítulo: é o auge de uma fórmula que une drama sobre câncer, humor absurdo com criaturas chamadas Sujimon e uma quantidade de side content que beira o assustador. ## Páginas - [Contato](https://oquartonerd.com.br/contato/): Seu nome Seu e-mail Assunto Sua mensagem (opcional) - [Termos de Uso](https://oquartonerd.com.br/termos-de-uso/): Ao acessar e dar Start no O Quarto Nerd, você concorda com os seguintes Termos e Condições de Uso. Leia atentamente antes de explorar nossos conteúdos. - [Nossa Metodologia](https://oquartonerd.com.br/nossa-metodologia/): Na internet, a quantidade de hype e informações sobre o mundo geek pode ser esmagadora. 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